‘Temos tomado gols por desatenção’


Titular nos últimos três jogos do Palmeiras com a lesão de Murilo, o zagueiro Bruno Fuchs anda irritado com o desempenho da equipe, que vem sofrendo gols “bobos” que estão custando caro. Além da eliminação no Mundial de Clubes, diante do Chelsea (derrota por 2 a 1), o time deixou escapar a chance de voltar ao G-4 do Brasileirão ao ceder o 1 a 1 com o Mirassol, na quarta-feira, no Allianz Parque.

Na visão de Fuchs, que tem contrato de empréstimo pelo Atlético-MG, rival palmeirense de domingo, até o fim do ano, o Palmeiras ainda carece de evolução, mas precisa o mais rápido possível melhor seu rendimento, sobretudo no Allianz Parque, onde somou somente dois de 12 pontos possíveis.

“Como o Abel (Ferreira, técnico) falou, temos muita margem para evoluir, nosso time é bastante jovem”, afirmou o zagueiro, reconhecendo que as falhas do time estão custando caro. “Temos tomado alguns gols de desatenção mesmo. Era um jogo que estava controlado, o Mirassol não chegava, não criava e, em uma bola parada, tomamos gol e acabamos perdendo pontos”, lamentou.

Para Fuchs, a bola parada é um dos fundamentos a serem melhorados pelo Palmeiras. O Mirassol chegou ao empate, por 1 a 1, já no fim, após um ‘chuveirinho’ para a área. “É caprichar mais e trabalharmos sempre a bola parada com os professores. Ver o que tem sido feito de errado e melhorar porque temos margem para isso. É seguir crescendo, evoluindo e pontuar, que é o mais importante”, recomendou o camisa 3.

Bastante cobrado pela torcida, Vitor Roque continua devendo no clube, que investiu pesado em sua contratação. Em jejum de gols, o jovem atacante não sabe se começa o jogo diante dos mineiros, mesmo com a suspensão de Flaco López. Abel não deve dar pistas de qual escalação utilizará. Mas continua com problemas. Giay e Murilo ainda cumprem cronograma de reabilitação e devem continuar sendo desfalques.

Não perder o apoio dos palmeirenses que vem lotando os estádios é uma missão do alviverde já diante do Atlético-MG. “Precisamos disso (do apoio da torcida) e precisamos da vitória. Jogando em casa, sabemos que estamos devendo um pouco, mas vamos tentar ganhar o mais rapidamente possível para virar essa chave, trazer o torcedor junto”, mostrou confiança Bruno Fucks.

“Para termos aquela atmosfera de sempre que vimos até no Mundial, contagiante, a torcida jogando junto. Precisamos deles e vamos tentar dentro do campo corresponder, fazer com que eles se sintam como se tivessem dentro do campo junto com a gente. Correremos por eles.”



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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