Faltando dois meses para o início da COP-30, o Brasil enfrenta ainda duas agendas climáticas de suma importância antes da reunião em Belém: a semana do clima de Nova York, em setembro, e a pré-COP-30, em outubro, em Brasília.
A semana do clima de Nova York vai acontecer daqui a duas semanas na sequência da Assembleia Geral da ONU. “E ela acontece com um ponto de atenção muito especial que é o fator (Donald) Trump. Primeiro porque ela acontece praticamente em território inimigo (uma vez que o presidente americano se declarou inimigo das questões climáticas) e muitos países não sabem sequer se poderão participar ou serão impedidos de entrar nos EUA. Em segundo lugar, o Brasil vive um momento tenso com os EUA por conta do tarifaço e Lula estará lá não só para a semana do clima, como também para abrir a Assembleia Geral da ONU, como é a tradição”, lembrou o secretário-executivo do Observatório do Clima, Márcio Astrini, em sua coluna semanal na Rádio Eldorado.
Astrini lembrou ainda que alguns Estados americanos estão processando o governo de Donald Trump por cancelar projetos de energia renovável sem nenhuma justificativa e com prejuízos econômicos. “É bom ver que existe alguma reação contra essa loucura ambiental que se instalou na Casa Branca; estamos vendo alguma resistência contra essa insanidade.”
Entre os dias 13 e 14 de outubro ocorre a pré-COP-30 em Brasília com a presença de vários negociadores internacionais. “Uma das principais agendas a se prestar atenção é a entrega das metas de desenvolvimento sustentável por parte dos países, conforme acordado”, lembrou Astrini. “Até agora somente 30 países (dentre os mais de 190) entregaram suas metas; grandes poluidores como Índia, China e União Europeia ainda não entregaram.”
Outra importante agenda a ser debatida nessa reunião, segundo Astrini, é não oficial: a questão das acomodações das delegações dos países participantes da COP-30 em Belém. Até agora, segundo ele, somente 70 delegações têm acomodações asseguradas. “A dois meses da COP, ainda temos um número gigantesco de países sem acomodações, isso é realmente grave.”
Por: Estadão Conteúdo
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