Conforme apurado no curso da investigação, a vítima, atualmente com 21 anos de idade, relatou que os abusos tiveram início quando possuía cerca de 10 anos, prolongando-se ao longo do tempo.
No bojo do procedimento, também restou apurado que a genitora da vítima tinha conhecimento dos abusos e, ainda assim, manteve-se inerte, deixando de adotar providências para cessar as condutas ilícitas, razão pela qual também foi indiciada pelo crime de estupro de vulnerável por sua omissão, em razão do descumprimento do dever legal de garantidora.
Recentemente, a vítima formalizou o registro dos fatos e solicitou medidas protetivas de urgência, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. Posteriormente, chegaram ao conhecimento da Polícia Civil informações de que tais medidas estariam sendo descumpridas pelo investigado, circunstância que, somada ao concreto risco de reiteração delitiva, motivou a representação pela prisão preventiva por parte da Polícia Civil.
Na referida data, policiais civis localizaram o investigado em seu local de trabalho, onde foi efetivado cumprimento à prisão preventiva.
PCGO: investigar para proteger 🚔
Fonte:Polícia Civil
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