A percepção de que o Banco Central (BC) pode ter parado com o ciclo de aperto monetário, embora mais uma alta não esteja descartada, e pode começar a cortar a Selic ainda este ano ajuda no recuo dos juros médios e longos na manhã desta quinta-feira, 8. “Em termos de flexibilização, é possível que o primeiro corte ocorra ainda este ano, já que raramente o Copom faz alteração antes de 6 meses após o seu último movimento de juros (alta ou baixa)”, explica em relatório o sócio da Wagner Investimentos José Faria Júnior.
O economista-chefe do Banco Bmg, Flávio Serrano, vai na mesma direção: “o Copom não descarta a possibilidade de vir a promover mais uma alta, de 0,25 ponto porcentual, na reunião de junho – mas deixa claro, também, que em dezembro pode se abrir uma janela para um corte de 0,25 ponto na Selic”. O Bank of America (BofA) espera Selic estável em 14,75% até dezembro, quando o Copom deve começar um ciclo de cortes na taxa básica.
Às 9h55, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 tinha máxima 14,770%, de 14,739%, e o para janeiro de 2027 cedia para 13,975%, de 14,013% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 caía para 13,435%, de 13,541% no ajuste de quarta-feira, 7.
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