XP tem lucro líquido ajustado de R$ 1,32 bilhão no 2º trimestre


A XP registrou lucro líquido ajustado recorde de R$ 1,32 bilhão no segundo trimestre deste ano, alta de 18% em relação ao mesmo período de 2024 e crescimento de 7% frente ao primeiro trimestre de 2025. O Lucro Líquido por Ação Básico Ajustado foi de R$ 2,50, aumento de 8% contra o trimestre anterior e crescimento de 22% ante igual período de 2024.

O Lucro Líquido Por Ação Diluído Ajustado para o trimestre foi de R$ 2,46, um aumento de 7% contra o trimestre anterior e um crescimento de 22% contra o mesmo período do ano anterior. O Lucro Líquido por Ação cresceu mais rapidamente em relação ao lucro líquido em consequência dos programas de recompra de ações executados, diz a XP no release de resultado.

A receita bruta total foi de R$ 4,7 bilhões de abril a junho deste ano, crescimento de 4% frente ao mesmo intervalo de 2024 e de 2% contra o trimestre anterior, com o varejo puxando o número, segundo a XP. A receita líquida ficou em R$ 4,455 bilhões, alta anual de 6% e de 3% na trimestral.

O retorno sobre o patrimônio médio (ROAE, da sigla em inglês) foi de 24,4% no período, aumento de 223 pontos-base ante ao segundo trimestre de 2024 e de 31 pontos-base frente ao primeiro trimestre.

O retorno sobre o patrimônio tangível (ROTE), o qual exclui ativos intangíveis e ágio e melhor compara o balanço da XP com seus concorrentes locais, foi de 30,1%, aumento de 283 pontos-base em base anual. O ROTE é uma proxy do retorno marginal do capital investido na empresa e mostra o quanto renderia o próximo negócio ou investimento feito.

“Fortalecemos o negócio no trimestre registrando lucro líquido recorde e crescimento do lucro por ação de 22% na comparação anual. Tenho confiança de que estamos no caminho certo e que continuamos trabalhando intensamente para manter o nosso ritmo de crescimento de longo prazo, sempre com o compromisso com a excelência em servir os nossos clientes”, afirma Thiago Maffra, CEO da XP Inc.

O número de total de assessores ligados à plataforma XP, que inclui assessores de investimento, funcionários XP que oferecem assessoria, consultores e gestores de patrimônio, entre outros, atingiu 18,2 mil no segundo trimestre, estável em comparação ao mesmo período do ano passado.

Captação

A captação líquida da XP caiu para R$ 10 bilhões no segundo trimestre, queda de 70% em 12 meses e queda de 59% no trimestre. O número reflete contração nas captações líquidas do varejo e saques no atacado.

De acordo com a XP, as captações no varejo caíram 34% em um ano e 21% no trimestre, para R$ 16 bi entre março e junho. As captações ficaram negativas em R$ 6 bilhões nas operações do atacado.

Os ativos sob custódia subiram 14% em 12 meses e 3% em base trimestral, para R$ 1,372 trilhão. A XP informa que R$ 72 bilhões correspondem a apreciação dos ativos de mercado.

A XP passou a divulgar a partir deste trimestre, uma métrica ampliada de ativos sob gestão, que considera recursos de distribuição, administração e gestão, e que, combinados, se aproximam de R$ 1,9 trilhão.

O número de clientes ativos subiu 2% em um ano e 1% no trimestre, para 4,720 milhões.



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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