Weg registra lucro líquido de R$ 1,650 bilhão no 3º trimestre, alta de 4,5% ante um ano


A Weg registrou um lucro líquido de R$ 1,650 bilhão no terceiro trimestre de 2025, o que representa alta de 4,5% ante o apurado em igual período de 2024. Em relação ao segundo trimestre de 2025, o avanço foi de 3,7%. Com o desempenho de julho a setembro, no acumulado do ano a Weg acumula lucro de 4,788 bilhões, montante 10,1% maior frente o reportado nos primeiros nove meses do ano passado.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 2,275 bilhões no terceiro trimestre, montante 2,3% superior ao reportado em igual etapa de 2024. Ante o segundo trimestre, a alta foi de 0,7%. No acumulado em nove meses, a linha soma 6,708 bilhões, alta de 9,7% na comparação anual.

A margem Ebitda do terceiro trimestre foi de 22,2%, queda de 0,4 ponto porcentual ante período equivalente do ano passado. Na comparação com o trimestre anterior, houve evolução positiva de 0,1 p.p..

A receita operacional líquida (ROL) somou R$ 10,271 bilhões entre junho e setembro deste ano, o que equivale a uma alta de 4,2% ante o registrado no mesmo período do ano passado. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, foi registrada variação positiva de 0,6%. Em nove meses, a ROL alcançou 30,557 bilhões, alta anual de 12,5%.

A administração da companhia destacou, em mensagem que acompanha seu relatório de resultados, que o bom desempenho da atividade industrial no Brasil, apesar do cenário restritivo para novos investimentos, aliado à continuidade de entregas dos projetos de transmissão & distribuição (T&D) e a melhora na demanda de motores comerciais e appliance, contribuíram para o crescimento apresentado.

Já no que diz respeito ao mercado externo, disse que, apesar do impacto das recentes alterações nas legislações tarifárias, a atividade industrial

continuou positiva nos principais mercados de atuação da Weg, com destaque para a Europa, principalmente nas vendas de equipamentos industriais para segmentos como óleo & gás e água & saneamento.

“Seguimos nossa estratégia de mitigação, focada nos redirecionamentos das rotas de exportação entre as operações onde temos flexibilidade produtiva. Apesar de oscilações nas entregas de projetos de geração, o negócio de T&D na América do Norte continua com bom volume de entregas, onde seguimos executando nosso plano de aumento da capacidade produtiva, que nos permitirá aproveitar oportunidades com investimentos em infraestrutura de energia na região”, acrescentou.



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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