O Sistema de Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), administrado pela Sabesp, apresentou variações negativas no armazenamento entre os dias 30 e 31 de agosto. O volume total caiu de 37,4% (727,45 hectômetros cúbicos) para 37,2% (723,23 hm?), refletindo uma redução de 0,2 ponto porcentual.
É o menor volume para a data desde 2015, quando a região sofreu com uma crise hídrica histórica. Em 31 de agosto daquele ano, os reservatórios operaram com apenas 9% do volume total.
Todos os sistemas mananciais apresentaram queda no volume. O Sistema Cantareira passou de 34,8% para 34,6%, com uma diminuição em hm? de 341,99 para 339,85. O Alto Tietê reduziu de 29,7% para 29,5%, com a capacidade passando de 166,09 hm? para 165,17 hm?.
Guarapiranga cedeu de 54% para 53,7%, enquanto o sistema Cotia diminuiu de 58,9% para 58,6%. O Rio Grande teve seu volume diminuído de 58,5% para 58,3%. Por sua vez, o Rio Claro caiu de 21,2% para 21,0% e o São Lourenço, de 54,9% para 54,5%.
Diante da baixa pluviometria, a Sabesp anunciou recentemente a redução da pressão na distribuição de água na região metropolitana de São Paulo pelo período de oito horas durante as madrugadas. A companhia divulgou também a diminuição do volume de água retirado do Sistema Cantareira. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) reduziram o volume autorizado de 31 m3/s para 27 m3/s.
Por: Estadão Conteúdo
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