Vojvoda prega Santos ‘mirando para cima’ e espera que vitória tire ansiedade do setor ofensivo


Três jogos sob a direção de Juan Pablo Vojvoda, nenhuma derrota, cinco pontos somados e desencanto no clássico com o São Paulo, neste domingo, com 1 a 0 na Vila Belmiro. Com o resultado positivo, a equipe praiana abriu quatro pontos da zona de queda no Brasileirão e o técnico, sem desprezar a posição ainda ruim (14º lugar) quer o time “olhando para cima.” Por sonhos mais altos, vai passar a semana ajustando o setor ofensivo, ainda desperdiçando muitas chances de gols.

“Enquanto à briga (na tabela), no dia a dia vamos seguir reforçando a ideia que os jogadores estão se acertando e vamos mirar para cima. Sabemos na realidade que estamos, vamos respeitar o Brasileirão, não esconder onde está o Santos, ser realistas, mas vamos mirar para cima, pois temos uma grande camisa.”

Vojvoda admitiu que o objetivo para o clássico era “reforçar o que de bom” o time fez contra o Atlético-MG em Belo Horizonte, onde mandou na partida antes de ter Zé Ivaldo expulso. Satisfeito com a parte defensiva, sobretudo em momentos de grande pressão, o argentino exalta a personalidade dos homens de frente, mas admite que a pressão por resultados ainda vinha atrapalhando na hora de balançar as redes.

“Temos de respeitar a história do Santos (apresentação vistosa e ofensiva), mas saber que futebol é defender e atacar”, pregou. “São três pontos importantes e vamos continuar com humildade e trabalhar para a próxima partida”, seguiu, já pensando no Red Bull Bragantino, em visita no domingo.

Machucado, Neymar seguirá fora no jogo do interior paulista e Victor Hugo é o novo problema. “O Santos está reforçado, mas temos de melhorar a transição do segundo tempo para matar o jogo. Hoje fomos verticais, mas sem efetividade. Fizemos um primeiro tempo propondo um ataque organizado e no segundo, a partir do gol, temos de jogar mais fácil e com a bola, aproveitar as transições efetivas. Mas tenho de parabenizar os jogadores porque precisávamos dos três pontos.”

Elogiou o grupo, contudo admitiu que espera mais bolas nas redes em breve – foram só dois gols em três jogos sob sua direção (1 a 1 com o Fluminense, 0 a 0 com o Atlético-MG e o 1 a 0 deste domingo).

“(O Santos apresentou) Muita vocação de gols nas três partidas, mas apenas no segundo as mais claras. Hoje foram boas e o que falta é trabalhar nisso. Não são todas as responsabilidade dos jogadores, tenho as minhas também e o primeiro é fazer criar, isso é importante e estamos criando. Estava faltando (os gols) pela ansiedade de não ganhar, por estar em posição incômoda, isso mexe com a cabeça do jogador. Esse triunfo vai acalmar essa ansiedade”, mostrou confiança. “Vamos respeitar essa dinâmica de atacar e encontrar a efetividade. Esse é o ponto a melhorar.”



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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