Max Verstappen deixou claro, após o GP da Holanda, que o segundo lugar teve sabor especial, mesmo correndo em casa e com a torcida apoiando a cada volta. O tetracampeão reconheceu que a prova não foi simples e que precisou trabalhar muito para extrair o máximo possível do carro da Red Bull, que não apresentou o desempenho ideal diante do ritmo dominante da McLaren. “Não foi fácil. Fiz de tudo na largada para avançar. Houve um pequeno incidente na curva 2, mas depois tivemos de nos concentrar na nossa corrida”, explicou.
O holandês, que largou pressionado para entregar um bom resultado diante de seu público, não teve vida tranquila. As estratégias, a pista molhada em alguns momentos e as bandeiras do safety car embaralharam o cenário, mas nem assim a Red Bull conseguiu se aproximar do domínio de Oscar Piastri. “Infelizmente, não tínhamos o ritmo dos carros da McLaren”, admitiu, em um tom realista sobre as limitações que enfrentou durante a corrida.
Apesar da dificuldade, Verstappen encontrou um ponto positivo: a sorte, fator raramente associado ao seu histórico de domínio recente. A quebra de motor de Lando Norris, a sete voltas do fim, foi decisiva para o holandês herdar a vice-liderança. “Tivemos um pouco de sorte com o abandono de um deles”, afirmou, deixando claro que, sem esse imprevisto, provavelmente terminaria em terceiro lugar. Em um campeonato no qual já não disputa o título, cada detalhe faz diferença para manter o moral elevado.
O discurso de Verstappen também evidencia uma mudança de postura. Se antes a vitória parecia uma obrigação, hoje o pódio é motivo de celebração, especialmente diante do crescimento da McLaren. “No geral, estar no pódio aqui é um ótimo resultado”, ressaltou, valorizando a consistência e o fato de ter superado adversidades para entregar um bom desempenho frente aos torcedores holandeses.
O segundo lugar, portanto, assume um caráter estratégico para Verstappen e para a Red Bull. Em uma temporada que marca a virada de forças em favor da McLaren, cada ponto conquistado se torna relevante para evitar que a equipe austríaca se afaste das primeiras posições no Mundial de Construtores. “Ficar em segundo lugar é uma conquista muito boa para nós”, encerrou, sinalizando que a realidade atual exige menos arrogância e mais pragmatismo.
Agora, o foco do holandês e da equipe já se volta para Monza, palco do GP da Itália, que acontece entre os dias 5 e 7 de setembro.
Por: Estadão Conteúdo
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