A adultização e a exploração de crianças na internet ganharam destaque nos últimos dias, após uma denúncia em vídeo feita pelo influenciador Felipe Bressanim Pereira, o Felca.
“Cada vez mais vemos crianças vestidas, maquiadas ou expostas em situações que não condizem com a fase da vida delas. Esse fenômeno, chamado de adultização, não é inofensivo: ele pode comprometer o desenvolvimento emocional e aumentar a vulnerabilidade para traumas no futuro”, alerta Maíra Roazzi, psicóloga especialista em trauma e desenvolvimento infantil.
A adultização é o processo pelo qual a criança passa a ser tratada como mais madura do que realmente é, sendo exposta, incentivada ou pressionada a adotar comportamentos, conhecimentos ou aparências típicos de adultos, antes de estar emocional e cognitivamente preparada para isso.
A psicóloga Maíra Roazzi alerta para os impactos psicológicos que a adultização pode trazer para os pequenos. “A adultização interfere diretamente no processo natural de desenvolvimento emocional e social da criança. “Quando uma criança é forçada a ‘crescer’ antes da hora, ela perde etapas fundamentais de formação da personalidade e da autoestima”, complementa.
A psicóloga destaca a importância de prevenir o problema. “É fundamental resgatar o direito de ser criança. Isso significa priorizar brincadeiras, convivência com pares da mesma idade e atividades lúdicas apropriadas para cada fase do desenvolvimento”, orienta Maíra Roazzi.
Por Catharina Freitas
Fonte: Portal EdiCase
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