O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Ricardo Tili relacionou nesta terça-feira, 20, a situação da Amazonas Energia e o problema de corte de geração de energia renovável com a chamada crise do GSF, Generation Scaling Factor, que é uma medida do risco hidrológico, ou seja, do volume de chuvas nas bacias hidrográficas para geração de energia hidroelétrica.
Ao longo do ano de 2012, nesta crise no setor elétrico, as geradoras hídricas iniciaram na ocasião uma corrida buscando o afastamento da obrigatoriedade de arcar com o déficit percebido à época pelo consumidor.
“Tem que haver um acordo, nós já vimos isso no GSF, teve que fazer um grande acordo, caminhar para isso, na minha visão, e com o curtailment corte de geração. Se não criar uma solução rápida vai se criar um ‘imbróglio’ tão grande que vai ter que construir um acordo com todo o setor de forma pragmática”, declarou, em conversa com jornalistas, em sua última reunião como diretor.
O plano para a transferência da Amazonas Energia, aprovado via decisão judicial, prevê flexibilizações que seriam cobertas pela Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) em aproximadamente R$ 14 bilhões pelos próximos 15 anos, além de aporte de capital de R$ 6,5 bilhões para a redução do endividamento da Amazonas Energia. A situação está pendente, ainda sem desfecho.
Por: Estadão Conteúdo
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