Muitas pessoas chegam à terapia carregando questões que as acompanham há anos — medos que não conseguem explicar, reações emocionais desproporcionais, padrões que se repetem nos relacionamentos ou no trabalho e uma sensação persistente de que algo interno está travado. As abordagens tradicionais ajudam muitas dessas pessoas, mas nem sempre conseguem acessar a raiz do problema de forma direta.
A Terapia de Reprocessamento Generativo, conhecida pela sigla TRG, surge como uma alternativa consistente para quem busca resultados mais profundos e duradouros. Regulamentada pelo CITRG — Conselho Internacional de Terapia de Reprocessamento Generativo —, a abordagem tem se expandido no Brasil e em outros países, com aplicação em diferentes faixas etárias e uma ampla gama de condições emocionais.
A TRG é uma metodologia terapêutica desenvolvida para resolver questões emocionais profundas, como traumas, fobias, compulsões, depressão e ansiedade. O que a distingue de outras abordagens é a forma como acessa o problema: em vez de depender exclusivamente de discussões verbais sobre o passado, a TRG trabalha diretamente com o inconsciente para localizar e reprocessar memórias emocionais armazenadas.
Esse processo permite que experiências negativas sejam transformadas em aprendizados, reduzindo o impacto emocional que continuam gerando no presente. O resultado não é apagar o passado, mas mudar a forma como ele é interpretado e sentido — liberando o paciente de padrões que limitam sua vida sem que ele perceba claramente de onde vêm.
O processo da TRG é estruturado em cinco etapas que se complementam. Cada uma delas tem um foco específico, e juntas formam um caminho terapêutico completo — do passado ao futuro, do corpo à mente, do sintoma à transformação.
O trabalho começa pelo reprocessamento de eventos desde o nascimento até o presente. O objetivo é identificar traumas, bloqueios emocionais e crenças limitantes que se formaram ao longo da história do paciente. Essa etapa oferece uma compreensão mais clara de como as experiências passadas seguem influenciando comportamentos e emoções no dia a dia.
A etapa somática foca na conexão entre emoções e manifestações corporais. É comum que memórias traumáticas se expressem fisicamente — através de tensões musculares crônicas, dores sem causa orgânica ou reações físicas diante de determinados gatilhos. Nessa fase, o terapeuta auxilia o pacientea reconhecer e liberar essas tensões, promovendo a integração entre mente e corpo.
Aqui o foco se volta para os temas centrais e recorrentes da vida do paciente — padrões de relacionamento, crenças sobre si mesmo, medos enraizados e narrativas que se repetem. Ao reprocessar essas experiências, a TRG busca transformar crenças limitantes e promover uma visão mais realista e positiva de si mesmo e das próprias capacidades.
Diferente das etapas anteriores, o módulo de futuro trabalha com medos e preocupações em relação ao que ainda não aconteceu. Ansiedade antecipatória, medo de fracasso e pensamentos catastróficos são alguns dos alvos dessa fase. O terapeuta ajuda o paciente a desenvolver uma perspectiva mais equilibrada e estratégias adaptativas para enfrentar o que está por vir.
A etapa final encoraja o paciente a visualizar e trabalhar ativamente em direção ao melhor futuro possível. Por meio da imaginação guiada, o processo reforça motivação, autoconfiança e a capacidade de agir em direção às próprias metas. É a etapa de consolidação — onde o foco sai do que precisa ser curado e vai para o que pode ser construído.
A TRG é adequada para todas as faixas etárias — crianças, jovens, adultos e idosos. Sua aplicação é ampla e inclui condições como ansiedade, fobias, síndrome do pânico, traumas emocionais, depressão, compulsões, transtornos diversos, além de pessoas que passaram por situações de violência ou abuso. O método também é indicado para quem não apresenta um diagnóstico clínico específico, mas sente que questões emocionais não resolvidas estão impedindo seu crescimento pessoal ou profissional.
Por ser classificada como uma terapia breve, a TRG mantém o foco em resolver os problemas de forma efetiva, sem alongar o processo desnecessariamente. O tempo de acompanhamento varia de acordo com a história e as necessidades de cada paciente — não existe um número fixo de sessões, porque cada pessoa tem seu próprio ritmo de processamento e transformação.
A principal diferença está no acesso direto ao inconsciente. Enquanto muitas terapias trabalham predominantemente pelo discurso — pedindo ao paciente que fale sobre o que sente, que analise seu comportamento ou que identifique padrões cognitivos —, a TRG vai além da narrativa verbal e atua na raiz emocional armazenada. Isso torna o processo mais direto para condições em que a pessoa já sabe racionalmente o que aconteceu, mas continua reagindo emocionalmente como se ainda estivesse vivendo aquilo.
Outro diferencial relevante é a estrutura em etapas. Ao trabalhar o passado, o presente e o futuro de forma integrada — incluindo a dimensão corporal —, a TRG oferece um olhar completo sobre o paciente, e não apenas sobre o sintoma que o trouxe até a terapia. Isso aumenta as chances de que as mudanças sejam duradouras e não apenas circunstanciais.
Se você se identificou com alguma das condições tratadas pela TRG ou simplesmente sente que chegou a hora de trabalhar questões emocionais que têm limitado sua vida, o terapeuta João Dener está disponível para te atender. Capacitado em Terapia de Reprocessamento Generativo, ele realiza sessões presenciais em Goianésia, e atendimentos on-line para quem prefere a comodidade de ser acompanhado de qualquer lugar.
Para agendar uma sessão ou esclarecer dúvidas sobre como a TRG pode ajudar no seu caso, entre em contato pelo telefone (62) 9 9900-1979. O primeiro passo para mudar um padrão é reconhecer que ele existe — o restante do caminho pode ser percorrido com o suporte certo.
Sim. A Terapia de Reprocessamento Generativo é regulamentada pelo CITRG — Conselho Internacional de Terapia de Reprocessamento Generativo —, que mantém um Código de Ética e Disciplina Profissional para os terapeutas formados na abordagem.
Não existe um número fixo de sessões. O tempo de acompanhamento varia de acordo com a história, a demanda e o ritmo de cada paciente. A TRG é considerada uma terapia breve, o que significa que o foco está em resolver os problemas de forma efetiva, sem prolongar o processo além do necessário.
Sim. A TRG pode ser realizada de forma presencial ou on-line, conforme a preferência do paciente. O atendimento remoto mantém a mesma estrutura e eficácia do presencial, oferecendo mais flexibilidade para quem tem restrições de deslocamento ou prefere ser atendido no próprio ambiente.
Sim. A TRG é indicada para todas as faixas etárias, incluindo crianças. A abordagem é adaptada à linguagem e às necessidades de cada fase do desenvolvimento, tornando possível trabalhar questões emocionais desde a infância, o que pode prevenir o agravamento de padrões ao longo da vida.
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