As taxas de juros negociadas no mercado futuro operam em alta na manhã desta sexta-feira, 2, na contramão da queda do dólar, mas alinhadas à alta dos retornos dos Treasuries nos Estados Unidos. Principal indicador do dia, o relatório de empregos do país (payroll) mostrou que a economia americana segue forte, o que reduz o temor de uma recessão e reforça a expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve.
Para Luis Felipe Laudisio, cogestor da mesa de títulos da Warren, a alta dos retornos dos Treasuries pode estar relacionada ao desarme de posições depois da divulgação do payroll. Já o economista-chefe da Equador Investimentos, Eduardo Velho, aponta a alta das taxas antes mesmo do relatório americano e aponta uma “resistência” das taxas após as últimas falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que teriam reforçado a percepção de que as expectativas de inflação seguem desancoradas da meta.
Às 11h12, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2026 tinha taxa de 14,705%, ante 14,662% do ajuste de quarta-feira (30), enquanto a taxa para janeiro de 2027 avançava a 13,955%, de 13,877%. O DI para janeiro de 2030 projetava 13,71%, contra 13,66%.
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