Há 33 dias sem saber o que é vencer, o Vasco ocupa a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e tem as classificações ameaçadas na Copa Sul-Americana e na Copa do Brasil. O técnico Fernando Diniz, porém, acredita que o conjunto cruzmaltino poderá brigar por taças. O treinador, que já comandou o time na derrota para o Lanús, foi apresentado na tarde desta quinta-feira, no CT Moacyr Barbosa, no Rio de Janeiro, e esbanjou confiança na recuperação após o contato inicial com a equipe.
“Se não achasse que fosse possível, não teria vindo”, comentou Diniz. “É um elenco que tem bons jogadores, mas que tem rendido abaixo do que pode, por diversos motivos, e vamos trabalhar incessantemente para que a equipe encontre um bom caminho, comece a pontuar no Brasileiro e avance nas Copas”, acrescentou o técnico, confiante em repetir o sucesso que teve no comando do Fluminense, campeão da Copa Libertadores em 2023.
“Só penso em ganhar com o Vasco. Para mim, o mínimo é pensar que pode ser campeão. Não é discurso, se vai acontecer não sabemos. É o mesmo que aconteceu no Fluminense. Acredito no elenco e no trabalho. Depois que acontece, todo mundo valoriza, mas precisa trabalhar e conquistar”, ensinou.
Fernando Diniz também falou sobre o reencontro com o volante Tchê Tchê no Vasco, quatro anos após os xingamentos aos gritos à beira do gramado na derrota do São Paulo para o Bragantino, em 2021, pelo Campeonato Brasileiro.
“O Tchê Tchê jogou quatro ou cinco anos comigo, talvez seja o jogador que mais comandei. O que faço com os jogadores é o que faço com meus filhos. Errei, pedi desculpas, que é o que posso fazer, e segui minha vida. Sou rigoroso, mas também sou amoroso e consigo ajudar”, comentou Diniz.
“O Brenner, no São Paulo, o John Kennedy, no Fluminense, o Bruno Guimarães, no Audax, todos eles tiveram algum momento como o do Tchê Tchê, essas coisas acontecem, não é um processo linear (de evolução). É uma coisa superada e espero que sejamos felizes juntos no Vasco”, afirmou o treinador, referindo-se às cobranças mais ríspidas.
Apesar da situação crítica do Vasco no Campeonato Brasileiro – é o 17º colocado, com sete pontos – e precisando de vitórias sobre Operário-PR e Melgar para avançar, respectivamente, nas copas nacional e continental, Diniz disse que não vai priorizar nenhuma competição. Para ele, o momento é de pensar no jogo seguinte e de fazer o Vasco manter o rendimento e a concentração no segundo tempo dos jogos, problemas já detectados – mas não resolvidos – pelos antecessores Fábio Carille e Felipe.
“O segundo tempo contra o Lanús foi determinante (para a derrota), o time perdeu ânimo após levar o gol aos 8 minutos e desistiu de ganhar. O aspecto anímico está muito à frente da questão física e da questão tática”, explicou. “O time não pode desmontar após levar gol, precisa seguir, como na vida. Precisa aprender a lidar com o momento adverso. Esses momentos podem ensinar para formarmos um time forte.”
Agora, o comandante prepara a equipe cruzmaltina para tentar encerrar o jejum de vitórias no Brasileiro, no sábado, às 18h30, diante do Fortaleza, em São Januário.
Por: Estadão Conteúdo
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