Ayrton Senna conquistou, há 40 anos, sua primeira vitória na Fórmula 1. No GP de Portugal, no Circuito de Estoril, no comando da Lotus, o piloto brasileiro chegou à primeira posição do pódio, em sua segunda temporada na principal categoria de automobilismo. Em comemoração a esta marca, o piloto será homenageado com uma réplica do capacete utilizado naquela tarde, em Estoril, e avaliado em R$ 5 mil.
A miniatura, em escala 1:2, será relançada na próxima segunda-feira, dia 21, pela Sid Special Paint. Cada item será vendido sob demanda, sem limite de unidades, ao valor de R$ 4.990,00. Também acompanha certificado de autenticidade e redoma acrílica com base de 18,5cm (largura) x 15,5 cm (comprimento) x 15cm (altura).
“O capacete de 1985 representa o nascimento de um ícone. Foi com ele que o mundo começou a enxergar o que Ayrton Senna estava prestes a se tornar”, relembra Stella Mosca, sócia-diretora da Sid Special Paint e neta de Sid Mosca – artista responsável por criar a pintura que Senna usaria até o fim da carreira. “Cada detalhe foi pensado para que os fãs sintam, ao olhar para a peça, a emoção daquele primeiro momento de glória.”
O capacete de Senna, na Lotus, traz as cores verde e amarela, em alusão à bandeira brasileira, e foi uma das primeiras versões na Fórmula 1. Além de Senna, Sid Mosca, morto em 2011, também criou a pintura do capacete de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Rubens Barrichello, entre outros.
No GP de Portugal, segunda etapa da temporada de 1985, Senna largou na pole position, sob uma chuva torrencial no Circuito de Estoril. Por isso, o GP, previsto para 70 voltas, precisou ser encerrado após 67, pela baixa visibilidade e condição das pistas de Estoril. Além da primeira vitória, foi também a primeira pole do tricampeão mundial na Fórmula 1.
“O grande perigo era que as condições mudavam o tempo todo. Foi difícil manter o carro em linha reta às vezes, e com certeza a corrida deveria ter sido interrompida”, disse o piloto, logo após sua vitória. “Uma vez que estava perto de alguém, não conseguia ver nada. “Todo mundo disse: ‘Controle de carro fantástico’, mas foi apenas sorte.”
Por: Estadão Conteúdo
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