Apesar de ter mudado bastante peças na convocação desta segunda-feira sob a justificativa de conhecer novos jogadores, Carlo Ancelotti não vai radicalizar na escalação da seleção brasileira no jogo com o Chile, agendado para o dia 4 de setembro, no Maracanã. Já para a ida à Bolívia, no dia 9, deve fazer suas observações e não escondeu que buscará ajuda de outros treinadores para saber como lidar com a altitude, algo inédito na carreira.
Ancelotti admitiu que gostou muito da apresentação brasileira na vitória por 1 a 0 sobre o Paraguai, na rodada passada das Eliminatórias, e espera repetir o jogo firme e vistoso com os chilenos no Rio de Janeiro.
“Tenho muita confiança na equipe e em seus jogadores e podemos fazer um trabalho muito bom (com a convocação modificada), e não há posição no campo que me preocupa nesse momento. Cada uma está bem coberta e para o próximo jogo, contra o Chile, teremos a mesma ideia do Paraguai”, adiantou. “Pode ser que mude contra a Bolívia, mas teremos tempo para pensar nisso”, disse.
Diante dos paraguaios, a seleção jogou com Alisson; Vanderson, Marquinhos, Alexsandro e Alex Sandro; Bruno Guimarães, Casemiro e Raphinha; Gabriel Martinelli, Vinícius Júnior e Matheus Cunha. Apenas o jogador do Real Madrid não foi chamado, o que deve promover somente uma mudança nos 11 iniciais contra o Chile, com Estêvão e Luiz Henrique aparecendo como favoritos à vaga.
Somar bons resultados é o mantra do treinador, mesmo com a seleção já garantida para a Copa do mundo. “São os últimos jogos da classificação, então temos de terminar bem essa fase. Nos anteriores, pessoalmente, fiquei muito contente, sobretudo pelo ambiente positivo na seleção e temos de aproveitar esses jogos com Chile e Bolívia para manter o ambiente positivo no grupo”, afirmou.
Por enquanto, Ancelotti vive apenas bons momentos no País e espera que assim seja até a Copa do Mundo. “Não tivemos problemas nesse período porque o ambiente é muito familiar, muito bom, com muita competência e organização. Gostei muito do jogo com o Paraguai, a equipe apresentou um bom futebol, obviamente que pode melhorar a qualidade do jogo e intensidade, mas teremos tempo para ter tudo isso.”
O Brasil fará toda a preparação na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio. Mas Ancelotti sabe que precisará de ajuda extra para sua ‘estreia’ na altitude. Sobre o que espera do jogo de El Alto, a 4.150 metros acima do nível do mar, o treinador revelou que buscará ajuda.
“Para preparar para este jogo, falaremos com a comissão técnica, com os doutores e vamos fazer um programa ideal para jogar na altitude. Teremos de adaptar a estratégia do jogo e vou falar com treinadores que já viveram essa experiência, também da equipe nacional (de base), para tentar fazer o melhor, como sempre”, explicou.
Por: Estadão Conteúdo
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