Rossi rejeita Flamengo favorito na estreia no Mundial, mas mira vitória: ‘São só três jogos’


Um dos líderes do Flamengo, Agustín Rossi quer a equipe carioca com os pés no chão em sua estreia no Mundial de Clubes, na segunda-feira, às 22h (horário de Brasília), na Filadélfia, mas sabe que a situação poderá se complicar em caso de tropeço diante do Esperánce, da Tunísia. Afinal, a equipe do técnico Filipe Luís também enfrentará o poderoso Chelsea e o anfitrião Los Angeles FC na briga por duas vagas na próxima fase do torneio.

“Vai ser nossa estreia, sabemos que precisamos fazer um grande jogo porque são só três para chegarmos à próxima fase”, comentou o goleiro argentino, evitando falar em favoritismo. “São 11 contra 11, a diferença fica nos detalhes. Em comparação com o boxe, vamos sofrer em momentos do jogo, mas este time já mostrou que aguenta, como foi contra o Deportivo Táchira. Quando o apito final chegar e a gente vencer sofrendo, vamos saber que aquilo serviu para algo.”

Rossi valorizou a participação do Flamengo no Mundial de Clubes e não escondeu a ansiedade por poder participar do torneio e testar o nível em que o Flamengo se encontra em relação aos principais times do mundo. Para ele, o Mundial também ajudará o clube a se preparar para as competições no restante do ano.

“Estar aqui é um privilégio. Podemos jogar contra grandes times, jogadores, goleiros… Cria uma expectativa muito grande não só para nós, mas para qualquer time”, comentou. “Disputar esse Mundial com os melhores do mundo vai ser algo muito bom de experimentar e vai dar uma boa ideia de como estamos preparados para a temporada.”

Depois de quase ser convencido pela família a deixar o clube por causa da violência do Rio de Janeiro, da qual foi vítima, o goleiro argentino comemora a possibilidade de defender o clube rubro-negro em uma competição de alto nível e também a bom momento que atravessa na carreira.

“É a minha melhor fase. Conseguimos isso no dia a dia, nos treinos, na academia, no campo. Sentir que posso ajudar o time dentro de campo ajuda na cabeça do jogador. Quando se sente importante, pode dar mais ainda. É continuar evoluindo para poder ajudar o time mais um pouco e demonstrar por que estou aqui”, analisou o dono da meta menos vazada do Campeonato Brasileiro, com quatro gols sofridos em 11 jogos.

“O Filipe Luís chegou e falou que o Flamengo seria time seguro, bom no ataque, mas também na defesa. Outro dia vi uma estatística que temos a linha mais alta do mundo e isso ajuda na parte defensiva. Sou o último na defesa e quando a bola chegar tenho de estar pronto para ajudar o time. Esse é o meu trabalho.”



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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