Último dos três reforços do São Paulo nesta janela de transferências a ser apresentado, o atacante Emiliano Rigoni não conseguiu conter a euforia nesta quinta-feira. Aos 32 anos, o argentino revelou que sempre trabalhou para defender o clube novamente e que recebeu muito apoio de James Rodríguez e de Calleri para acertar esta volta.
Rigoni recebeu a camisa 77 das mãos do presidente Julio Casares. Vai vestir o mesmo número da primeira passagem, entre 2021 e 22, que definiu como a melhor de sua carreira – foram 13 gols e nove assistências em 70 partidas pelo clube.
“O São Paulo é a minha casa. Obviamente, quando tive a possibilidade de voltar ao clube, não hesitei nem por um segundo. Já vinha tomando essa decisão há muito tempo, e isso também faz parte de estar aqui hoje”, afirmou o sorridente reforço, vindo do Léon, do México, com acordo até o fim do ano e possibilidade de renovação por mais uma temporada caso cumpra metas.
Foi justamente no Léon, no qual formou parceria com James Rodríguez, que vieram os conselhos do colombiano para que concretizasse o sonho de voltar ao São Paulo um dia.
“Tive a oportunidade de conviver com James no México, alguns meses, e sempre falamos bem do São Paulo. Ele, obviamente, sempre falava muito bem do clube, tínhamos uma boa relação”, revelou Rigoni. “Falamos sobre o quão bom é estar aqui e eu tive a sorte de poder voltar e estou muito contente”, contou o reforço sobre a relação com o astro colombiano.
Amigo pessoal do compatriota Calleri, Rigoni também revelou influência do centroavante, que só volta em 2026 após cirurgia no joelho, em seu acerto. “Temos uma relação muito íntima e próxima. Durante os anos que estive fora, sempre conversamos, sempre acompanhando o clube. Nos últimos dias, com a possibilidade de voltar, ele estava muito contente, falamos bastante. Ele foi muito importante para mim na primeira passagem e tenho muito carinho por ele. Voltar a encontrar com ele é muito importante.”
O bom trabalho sob a direção de Hernán Crespo também ajudou na contratação. Inicialmente, o São Paulo buscava um centroavante após as perdas de Calleri, Ryan Francisco e André Silva. O plano A era Marcos Leonardo, mas não houve acordo. Rigoni não é da posição, mas garante que chega para ajudar e sem temor sob possível pressão.
“A pressão é indiferente, pois sinto que o São Paulo é minha casa. Não vejo como um peso, mas como responsabilidade. É um momento de se sobressair, dar resultados imediatos, e estou preparado. Me sinto bem, treinei essa semana e me sinto fisicamente muito bem”, mostrou confiança. “Criei uma relação muito próxima com o São Paulo e, por isso, sempre tive o desejo de voltar. Aqui, sou feliz”, completou.
O São Paulo encara o Botafogo neste domingo, no retorno do Brasileirão, e Rigoni estará, ao menos entre os relacionados, para o jogo agendado para o Morumbi, às 17h30.
Por: Estadão Conteúdo
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