Os treinadores portugueses costumam chamar atenção por causa de suas entrevistas sinceras. E com Renato Paiva, do Botafogo, não é diferente. Ao engrandecer o início de jornada dos times brasileiros no Mundial de Clubes, o comandante assumiu que fez “asneira” no segundo tempo diante do Seattle Sounders (vitória por 2 a 1) e ainda admitiu que os companheiros de profissão, Abel Ferreira, do palmeiras, e Renato Gaúcho, do Fluminense, trocariam as grandes apresentações contra Porto e Borussia Dortmund, respectivamente, por vitórias.
“As quatro equipes foram competitivas. Flamengo e Botafogo ganharam e Palmeiras e Fluminense jogaram muito bem. Meus queridos colegas Abel e Renato jogaram muito bem, mas talvez trocariam um pouco da beleza da exibição pelos três pontos. O importante é ganhar”, afirmou Renato Paiva, ao avaliar os times brasileiros nos Estados Unidos, quando questionado sobre a queda de rendimento do Botafogo no segundo tempo.
Depois de fazer 2 a 0, os cariocas levaram um gol e sufoco do time norte-americano e o comandante admitiu que tudo ocorreu por causa de sua “asneira” nas substituições após o intervalo.
“Me coloco em primeiro lugar e à frente de todos nos erros coletivos e disse isso para todos”, disse Paiva, revelando como começou sua preleção para a partida diante do Paris Saint-Germain, mostrando os erros da estreia. “Entramos com um ótimo plano de jogo, 2 a 0, estávamos bem e o Seattle só teve uma chance de gol. No intervalo, comecei a não ajudar minha equipe”, admitiu.
“Temos momentos em que acertamos, e felizmente nos últimos tempos a gente tem acertado muito, são nove vitórias e dois empates nos últimos 11 jogos. Mas foi uma má noite e eu reconheci perante os jogadores. O mais importante para mim é que os jogadores saibam que tem um homem à frente e com humildade de dizer: ‘Oi, fiz asneira, ok?’. E vamos para a frente.”
O treinador também aproveitou para minimizar um favoritismo do PSG nesta quinta-feira. “Acho que o cemitério do futebol está cheio de favoritos. É um jogo, há probabilidades, mas nós que preparamos os jogos fazemos da mesma forma. Quero que minha equipe faça certas coisas, corrija o que deu errado, e no último jogo não foram poucas coisas, ver as fragilidades do adversário e a partir disso lutar pelos três pontos”, discursou, cobrando confiança no Rose Bowl, em Los Angeles.
“Se entrar nesse campo de favoritismo, é uma área emocional que você não controla. É impacto que eu quero retirar. O adversário é quem é, mas também ganha, perde e empata. Se falar que somos favoritos poderemos ir para o jogo confortável. Se falar que somos piores, eles podem ir com medo e quero que sejam eles mesmos. Só isso.”
Por: Estadão Conteúdo
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