O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, e o ex-atacante e empresário Ronaldo Fenômeno se encontraram em Nova York, neste sábado, véspera da final do Mundial de Clubes da Fifa. O encontro, registrado nas redes sociais do presidente, marca uma reaproximação do ex-jogador com a entidade depois de duras críticas à gestão do futebol brasileiro. Ronaldo tentou ser candidato à presidência da CBF, mas desistiu em março.
“Falamos sobre alguns dos nossos temas prioritários, como calendário, educação continuada da arbitragem e Fair Play Financeiro”, escreveu Xaud nas redes sociais. “Ronaldo é uma lenda do esporte e contamos muito com ele nessa jornada que estamos apenas iniciando. As portas da CBF estarão sempre abertas para o Fenômeno e para todos os craques do futebol brasileiro”, disse o presidente.
Ronaldo tinha anunciado em dezembro do ano passado sua candidatura ao cargo de presidente. Depois de tentar apoio das federações estaduais, o ex-atacante afirmou ter recebido a negativa de 23 das 27 entidades. Em março, sem o apoio mínimo de quatro federações e quatro clubes, Ronaldo desistiu.
“As federações se recusaram a me receber em suas casas, sob o argumento de satisfação com a atual gestão e apoio à reeleição. Não pude apresentar meu projeto, levar minhas ideias e ouvi-las como gostaria. Não houve qualquer abertura para o diálogo”, escreveu Ronaldo.
Ednaldo Rodrigues, então presidente da entidade, foi reeleito até 2030. O mandatário concorreu como único candidato, com apoio unânime das federações. Três meses depois, no mês de maio, ele foi afastado após decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que suspendeu o acordo para sua permanência no cargo. Existiam dúvidas sobre a veracidade da assinatura do Coronel Nunes, ex-vice da CBF.
A entidade chegou a ser comandada por um interventor até a convocação de novas eleições. Xaud, então, foi eleito.
Durante o imbróglio, Ronaldo permaneceu afastado e teceu duras críticas à gestão do futebol brasileiro. “Enquanto o estatuto da CBF for esse que é agora, que o poder fica na mão dos 27 presidentes de federações, essa palhaçada vai continuar”, declarou à TV Bandeirantes. “Não tem nenhuma chance de reforma no futebol brasileiro. Eu diria que muda a página, mas o livro é o mesmo, é tudo farinha do mesmo saco”.
Por: Estadão Conteúdo
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