Vigilante Penitenciário Temporário é flagrado tentando repassar materiais ilícitos para detentos do presídio de Goianésia - Imagem: Divulgação/DGAPUm Vigilante Penitenciário Temporário, de 24 anos, plantonista na Unidade Prisional - UP - de Goianésia, é suspeito de tentar repassar vários materiais ilícitos para detentos. O flagrante ocorreu na manhã deste domingo, 13, no instante em que o servidor chegou ao local para iniciar o plantão.

De acordo com o diretor interino da UP, Marcel Vinícius, o vigilante, que há 10 meses trabalha no presídio, demonstrou atitudes suspeitas, o que motivou uma investigação e monitoração interna. “Ele foi abordado quando chegou à unidade. Instante em que foi convidado a comparecer à supervisão de segurança para procedimentos de revista. Mediante o convite, ele tentou burlar a convocação e se deslocou para o alojamento com o intuito de se desfazer dos ilícitos. Mas, assim que ele correu para o alojamento, outro servidor já o seguiu confirmando as suspeitas”, explicou o diretor.

Com ele foram encontrados 06 aparelhos celulares, 02 facas, 21 chips telefônicos, uma porção de substância análoga à cocaína, duas partes de uma segueta, broca para perfuração manual e cola branca.

Vigilante Penitenciário Temporário é flagrado tentando repassar materiais ilícitos para detentos do presídio de Goianésia - Imagem: Divulgação/DGAPPara o Diretor- Geral de Administração Penitenciária, Coronel Urzeda, “o rigor na segurança penitenciária é um dos pilares da administração penitenciária, e para a garantia dessa máxima os esforços não estão sendo poupados”.

Diante dos fatos, o então servidor foi conduzido à Delegacia de Polícia para as devidas providências. Tanto o diretor interino, Marcel Vinícius, quanto o diretor titular, Marinho Neto, foram bastante elogiados pela Polícia Civil, uma vez que já há alguns meses a parceria entre as duas unidades (PC e UP) vem inibindo a entrada de drogas e celulares no presídio.

A direção da UP informou ainda que também ocorrerá uma apuração internamente por procedimentos administrativos e a, posterior, aplicação das sanções disciplinares aos possíveis destinatários, na forma da lei. Já o Diretor-Geral determinou o imediato distrato do contrato temporário do servidor flagrado.