Plano tributário Republicano estenderia cortes de impostos de Trump e ‘pouparia’ milionários


O plano tributário do Partido Republicano, em linhas gerais, estenderia os cortes de impostos de Donald Trump além da data de vencimento – programada para 31 de dezembro -, evitando aumentos de impostos e acrescentando algumas novas ideias, incluindo versões dos planos de Trump para eliminar impostos sobre gorjetas, pagamento de horas extras e benefícios da Previdência Social.

A alíquota máxima de imposto permaneceria em 37%, após o flerte do presidente com um nível mais alto para os milionários.

Uma versão inicial divulgada na sexta-feira reduziria a receita federal em US$ 4,9 trilhões. Mas os republicanos pretendem atingir uma meta de não mais do que US$ 4 trilhões a US$ 4,5 trilhões, de modo que os acréscimos de hoje precisam arrecadar mais dinheiro com a eliminação de incentivos fiscais e outras mudanças.

Veja a seguir alguns destaques da proposta divulgada nesta segunda-feira:

O crédito para a compra de veículos elétricos (Evs) novos terminaria em 31 de dezembro, exceto para os fabricantes que venderam menos de 200.000 veículos, que receberiam mais um ano. Os créditos para EVs comerciais e usados terminariam após 2025.

Os créditos para a produção de energia renovável ou para investimentos nela começarão a diminuir em 2029 e serão eliminados após 2031. O projeto de lei inclui novos limites para a venda de créditos tributários, restringindo um mercado que cresceu muito desde a Lei de Redução da Inflação em 2022. O crédito fiscal para a produção de hidrogênio limpo terminaria depois de 2025, permitindo que os projetos que começarem a ser construídos este ano se qualifiquem.

O plano também prevê isenção de imposto sobre gorjetas e horas extras, que teriam início em 2025 e expirariam após 2028. A redução das gorjetas foi redigida de modo que possa ser reivindicada por pessoas que trabalham como prestadores de serviços independentes.

Além disso, os republicanos não propuseram um aumento de impostos que, segundo rumores, seria um limite à capacidade das empresas de deduzir seus impostos estaduais e locais.



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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