Por Redação O Estado de S. Paulo – 02/10/2025 19:46
A ministra da Segurança Nacional da Argentina, Patricia Bullrich, pediu que seja aplicada a lei antimáfia contra todas as pessoas envolvidas no triplo homicídio que chocou o país na última semana, inclusive aquelas que assistiam à transmissão ao vivo do crime.
Morena Verdi, de 20 anos, Brenda Del Castillo, de 20, e Lara Morena Gutiérrez, de 15, foram torturadas e mortas durante uma transmissão ao vivo em uma rede social. O crime chocou a Argentina pela brutalidade.
“Nós propomos à província de Buenos Aires e à Justiça da Província de Buenos Aires que coloquem em prática a lei antimáfia, a lei contra o crime organizado”, disse Patricia em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 1º, de acordo com o jornal La Nación.
“Para nós, são assassinos os que assistiram ao vídeo, os que mataram, os que estavam no carro, todos.”
Para aplicar a lei citada por Patricia, é preciso ter a aderência do governo da província em que o crime ocorreu. Além do tráfico de drogas, ela também pode ser usada em crimes de extorsão e tráfico de pessoas.
O caso
As três vítimas foram convidadas para ir a um evento e entraram em uma caminhonete em La Matanza, na região metropolitana de Buenos Aires, em 19 de setembro. No entanto, essa era uma armadilha para levá-las a uma casa em Florencio Varela, também na região metropolitana da capital argentina, que servia como ponto de tráfico de drogas. Elas foram torturadas e mortas naquela mesma noite.
A principal suspeita é que o crime tenha relação com o tráfico de drogas. A hipótese de que elas tenham roubado uma porção de cocaína não foi descartada, de acordo com o ministro da Segurança da Província de Buenos Aires, Javier Alonso.
Ele disse que a transmissão da sessão de tortura e assassinato nas redes sociais foi descoberta após a confissão de um dos suspeitos detidos. Nove pessoas já foram presas por suspeita de participação no crime.
Por: Estadão Conteúdo
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