A Federação Única dos Petroleiros (FUP) avaliou que o resultado do leilão de blocos do pré-sal, realizado nesta quarta-feira, 22, confirmou que a flexibilização do regime de Partilha de Produção – desobrigando a Petrobras a ser operadora única – representa perdas sobre o potencial energético do pré-sal e riscos à segurança energética nacional.
“O modelo de Oferta Permanente de Partilha no pré-sal precisa ser revisto. O pré-sal deve ser tratado como um ativo estratégico da nação”, afirmou em nota o coordenador-geral da FUP, Deyvid Bacelar, sobre o avanço das petroleiras multinacionais sobre o pré-sal.
Dos cinco blocos arrematados, três foram adquiridos por petroleiras privadas multinacionais. Enquanto isso, destacou a FUP, a Petrobras teve uma participação tímida, embora esse leilão marque o retorno da estatal aos leilões de áreas do pré-sal, após sua ausência desde 2023.
A estatal arrematou dois blocos (Citrino e Jaspe), o primeiro como operadora única e outro em consórcio com a Equinor (40%). Para isso, pagou um bônus de assinatura de cerca de R$ 37 milhões e ofertou um excedente em óleo médio de 32%, “cerca de três vezes superior ao ofertado pelas empresas multinacionais”, criticou a FUP.
A entidade sindical observou ainda que, apesar de apenas sete blocos terem recebido declarações de interesse por parte das 15 empresas habilitadas para o leilão, somente cinco foram arrematados, representando um bônus de assinatura de R$ 103,7 milhões para União, resultado inferior à arrecadação prevista inicialmente pelo governo (R$ 113 milhões).
Por: Estadão Conteúdo
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