O Palmeiras concluiu a operação por Andreas Pereira, meio-campista de 29 anos que estava no Fulham. O clube paulista vai pagar 10 milhões de euros (R$ 63 milhões) ao time inglês, além de bônus por metas alcançadas, e já prepara o anúncio do jogador.
Andreas deve desembarcar em São Paulo até o fim desta semana para passar por exames médicos e assinar contrato de quatro anos. O Palmeiras já quer utilizá-lo nos duelos das quartas de final da Libertadores contra o River Plate, em 17 e 24 de setembro. Ele foi contratado para substituir Richard Rios, negociado com o Benfica por 30 milhões de euros – R$ 195 milhões à época.
Andreas é o 12º reforço do Palmeiras em 2025. A contratação do meio-campista faz o clube ultrapassar R$ 700 milhões com reforços na temporada e superar o Botafogo para se tornar o time que mais investiu em reforços em um único ano na história do futebol brasileiro. O ranking tem Botafogo e Flamengo na sequência, com R$ 665 milhões e R$ 277 gastos com contratações, respectivamente.
São, no total, R$ 702 milhões investidos pelo Palmeiras em 11 contratações neste ano. O zagueiro Bruno Fuchs foi o único que veio sem custo de transferência, já que foi emprestado pelo Atlético Mineiro.
Ninguém desembolsou mais dinheiro também em um único atleta que o Palmeiras. Vitor Roque é o jogador mais caro da história do futebol brasileiro. A diretoria pagou R$ 154 milhões ao Barcelona para repatriar o “Tigrinho”.
MODELO DE GESTÃO BANCA CONTRATAÇÕES
Mas de onde vem tanto dinheiro para bancar contratações milionárias, superando até mesmo investimentos de alguns clubes europeus? A resposta está no modelo de gestão e fontes de receita distintas do Palmeiras, segundo clube que mais arrecadou no País em 2024: R$ 1,2 bilhão, atrás só do Flamengo.
A invejável capacidade financeira Palmeiras foi construída ao longo de mais de uma década. A agremiação reestruturou suas finanças a partir de 2013 e colhe há mais de uma década frutos que permite ser financeiramente mais sustentável que seus rivais, constata o economista Cesar Grafietti.
Alavancaram, e muito, a receita do Palmeiras a bilheteria do Allianz Parque, o programa de sócio-torcedor Avanti e, principalmente, a venda de jovens atletas. Somente Estêvão e Endrick renderam mais de R$ 700 milhões ao clube.
“Alguns desenvolvimentos importantes, como a chegada do Allianz Parque e a reformulação profunda das categorias de base para o Palmeiras. Essa soma de fatores garantiram desempenho ao longo do tempo, e isso se reverteu em mais dinheiro, culminando com a participação no Mundial de Clubes”, diz Grafietti, um dos mais importantes estudiosos de gestão e finanças do esporte.
Por: Estadão Conteúdo
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