O ouro fechou praticamente estável nesta segunda-feira, 25, limitado pelo dólar forte no exterior e em compasso de espera por dados macroeconômicos dos EUA. Investidores ainda ponderam falas do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, no simpósio Jackson Hole, enquanto esperam comentários de outros dirigentes do BC dos EUA.
O metal com vencimento em dezembro encerrou em variação positiva marginal de 0,02%, a US$ 3.417,50 por onça-troy, na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex).
Analista da XS.com, Rania Gule avalia que os riscos geopolíticos persistentes e expectativas de relaxamento monetário do Fed ajudaram o ouro a se manter resiliente nesta sessão. “Isso reduz o custo de oportunidade em ter o metal precioso, mas também fortalece o apelo do ativo como hedge contra a fragilidade econômica”, notou. “A pressão de baixa sobre o ouro parece limitada e temporária, com uma tendência geral bullish.”
Para o ING, o ouro caminha para renovar sua máxima histórica no curto prazo.
Nesta segunda-feira, investidores ainda devem acompanhar ao longo do dia comentários dos presidentes das distritais do Fed em Dallas, Lorie Logan (não vota), e em Nova York, John Williams (vota). Na semana, os holofotes devem recair sobre nova leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA e indicador mensal da inflação de gastos com consumo (PCE, em inglês).
*Com informações da Dow Jones Newswires
Por: Estadão Conteúdo
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