As condições climáticas previstas para os próximos dias em Nova York, onde acontece o último Grand Slam da temporada, fizeram a organização do US Open adotar um protocolo especial para proteger tenistas e torcedores no Billie Jean King National Tennis Center.
Foi implementado o sistema WetBulb Globe Temperature (WBGT), que calcula o estresse térmico combinando temperatura, umidade, radiação solar e vento. Quando o resultado ultrapassar determinado patamar, o protocolo é ativado: intervalos extras de dez minutos entre os sets, zonas de resfriamento obrigatórias e tetos semiabertos para proteger os atletas.
Há previsão de temperaturas acima dos 38ºC. Jake Garner, árbitro principal do US Open, afirmou que o monitoramento do clima é constante. “Verifico os boletins meteorológicos mais vezes do que gostaria”, afirmou. Os estádios Arthur Ashe e Louis Armstrong possuem coberturas retráteis que se fecham parcialmente, mesmo quando não há chuva, para fornecer sombra nas quadras. A medida, adotada definitivamente em 2024, tenta mitigar o impacto do sol e reduzir as temperaturas durante as partidas.
Os tenistas já manifestaram preocupação em atuar em condições extremas. “Um jogador vai morrer. E eles vão ver”, afirmou o russo Daniil Medvedev, ex-número um do mundo e atual 15, em 2023. A declaração foi dada para uma das câmeras durante o jogo contra seu compatriota Andrey Rublev nas quartas de final. Medvedev foi vice-campeão naquele ano.
O argentino Diego Schwartzman e a espanhola Paula Badosa também expressaram preocupação e pediram mudanças na programação para evitar jogos nos horários de maior calor, propondo sessões noturnas mais longas ou até mesmo o cancelamento de partidas quando o calor estiver excessivo.
Para melhorar a segurança e o conforto da torcida, o US Open vai distribuir ventiladores portáteis, guarda-sol gratuito e aumentar o número de pontos de água potável no local. Além disso, a organização recomenda que as pessoas se mantenham hidratadas, evitem exposição direta ao sol e procurem sombra sempre que possível.
Para especialistas, as medidas são insuficientes. Uma solução mais adequada seria a mudança no calendário, transferindo os principais torneios para datas longe dos pico de calor. O exemplo seria Copa do Mundo de futebol do Qatar, realizada no inverno para evitar altas temperaturas. O US Open começa no dia 24 de agosto.
Por: Estadão Conteúdo
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