O novo índice de reajuste estabelecido nesta segunda-feira, 23, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para planos médicos individuais e familiares reflete, em grande medida, o esforço contínuo de gestão adotado pelas empresas do setor, avalia a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
De acordo com a entidade, nos últimos dois anos as operadoras intensificaram ações para controle de custos, negociação de preços, revisão de contratos, redução de desperdícios e combate às fraudes. “Essas iniciativas contribuíram para mitigar o desequilíbrio financeiro do setor, com impacto positivo sobre o índice agora definido.”
Ainda assim, segundo a entidade, é preciso revisar a metodologia de cálculo dos reajustes para que o índice não fique descolado das reais necessidades financeiras, especialmente de contratos antigos e carteiras com defasagens acumuladas.
“Persiste a necessidade de se equilibrar os reajustes com uma pressão de custos assistenciais que é crescente e oriunda de um fluxo contínuo de incorporação de tecnologias e terapias caríssimas e da própria judicialização”, afirma o diretor executivo da FenaSaúde, Bruno Sobral.
Por: Estadão Conteúdo
A seleção brasileira manteve 100% de aproveitamento nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de…
A fibromialgia é uma síndrome clínica que atinge de 2,5% a 5% da população brasileira.…
O fim de semana será de jogos decisivos com transmissão ao vivo da TV Brasil,…
A temporada 2026 começou para a seleção feminina de futebol. Nesta sexta-feira (27), as brasileiras…
O Ministério da Saúde enviou equipes do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Departamento…
O Sebrae Goiás realizou, na noite de quinta-feira, 26, em Goianésia, o coquetel de lançamento…
This website uses cookies.