A barbearia vive um momento de transformação no país. Depois do boom dos últimos anos, quando o setor se expandiu rapidamente, ganhou visibilidade e multiplicou novos espaços em todo o Brasil, o mercado entra agora em uma fase de maturação. Se antes a novidade estava no ambiente, na estética e na ampliação de serviços, hoje o foco se desloca para algo mais consistente: técnica, qualidade e formação profissional.
O público masculino também mudou. Isso se deve muito à ampliação do acesso à informação, ao fortalecimento da cultura de autocuidado e ao impacto das referências visuais nas redes sociais, que elevaram a percepção do que é um bom corte e de como deve ser uma boa experiência na barbearia. Homens que antes buscavam apenas a manutenção do corte passaram a valorizar precisão, atendimento cuidadoso e resultados consistentes. Não se trata de modismos, mas de um novo patamar de exigência.
Esse novo perfil elevou o padrão dentro das barbearias. Clientes observam acabamento, harmonia das transições, estrutura da barba e a postura profissional de quem atende. A escolha do barbeiro agora considera não só o resultado, mas a consistência do serviço e o conhecimento técnico do profissional.
“Hoje o cliente percebe quando o corte é bem executado. Ele nota alinhamento, simetria e cuidado nos detalhes. O barbeiro precisa dominar técnica, produto, higiene, comunicação e atendimento. Ter só mão boa já não basta”, explica Lucas Cavalcanti, o Caval, CEO da Caval Barbershop.
Esse amadurecimento do setor também impulsiona mudanças na formação profissional. Com um mercado mais criterioso, escolas e cursos passaram a atualizar seus conteúdos para preparar barbeiros capazes de atuar com técnica sólida, visão de atendimento e postura de gestão.
“O barbeiro de hoje precisa entender de estrutura do fio, ferramentas, segurança, atendimento e construção de imagem. É um conjunto. A técnica é essencial, mas a forma de entregar essa técnica também conta”, reforça Lucas Cavalcanti.
Nesse contexto, Lucas Cavalcanti passou a contribuir ativamente para essa atualização do setor. “Hoje, atuo em parceria com o Instituto Embelleze, onde me formei, contribuindo para a atualização do curso de barbearia a partir da vivência real do salão, da gestão e do atendimento ao cliente. Nosso objetivo é formar profissionais completos, que saibam executar um bom corte, mas também se posicionar, atender bem, entender o cliente e construir carreira”, explica.
Ele destaca que a formação atualizada não é apenas uma tendência, mas uma demanda concreta do mercado. “O cliente atual percebe tudo. Ele sabe quando o corte foi pensado para o rosto dele, quando o acabamento foi bem feito, quando o profissional domina o que está fazendo. Por isso, investir na capacitação é indispensável”, finaliza o CEO.
Por Caroline Amorim
Fonte: Portal EdiCase
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