Campeão da Concachampions de 2022, o Seattle Sounders vem de duas derrotas na liga norte-americana, a MLS, na qual ocupa a modesta sexta posição na Conferência Oeste, e sabe que chega como “azarão” em um grupo forte no Mundial de Clubes, que conta com o atual campeão sul-americano, o Botafogo, adversário deste domingo, às 23h (horário de Brasília), Paris Saint-Germain, campeão europeu, além do Atlético de Madrid.

Embora o time carioca tenha perdido peças importantes, como Almada e Luiz Henrique, e, consequentemente, a força que tinha em 2024, o técnico Brian Schmetzer se mostra cauteloso sobre as chances do conjunto norte-americano e vai apostar na retranca para tentar atrapalhar os planos dos três adversários favoritos, a começar pelo time alvinegro.

“Vamos tentar ser fortes defensivamente, porque eles são um time muito bom”, afirmou o treinador. “Ganharíamos confiança se conseguirmos manter o placar zerado (em algum jogo contra times do grupo). Não queremos levar quatro ou cinco gols, embora o PSG tenha feito cinco no último adversário deles. Vamos tentar garantir que o time que jogou no ano passado, que foi a melhor defesa da MLS, volte a fazer as coisas simples: intensidade na marcação, os dez jogadores de linha atrás da bola, sair para bloquear cruzamentos”, ensinou.

Schmetzer estudou o adversário da estreia e mostrou preocupação especial com o atacante Igor Jesus, que se despede do Botafogo no Mundial, antes de se transferir ao Nottingham Forest, da Inglaterra, e o volante Gregore, que defendeu o Inter Miami antes de se mudar para o Rio de Janeiro no ano passado e que está na mira do Al-Rayyan de Artur Jorge.

“O Igor Jesus acabou de ser comprado por US$ 20 milhões, é um grande jogador, muito bom. Eles gostam de cruzar a bola, às vezes jogam de forma mais direta. Conhecemos o Gregore porque jogou na nossa liga. Eles têm bons jogadores em todo o elenco. Então, estamos esperando um time bem treinado e um jogo muito difícil”, comentou Schmetzer, que vê o Mundial como um recomeço em meio ao momento ruim do Seattle Sounders na temporada.

“Há uma fome, um gosto amargo. De certa forma, é um bom recomeço. O momento é bom porque acho que conseguimos reconectar após todo o drama daquelas partidas. Os treinos têm sido bons e intensos e o fato de ser uma competição diferente ajudou um pouco, porque os jogadores estão empolgados para enfrentar três dos maiores clubes do mundo e vão dar tudo de si”, explicou.



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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