Um motociclista de 25 anos, identificado como João Vitor Borges Silva, morreu na tarde deste sábado, 03, após se envolver em um grave acidente de trânsito, no cruzamento da Avenida Contorno com a Avenida Pará, no Bairro Nossa Senhora da Penha, região oeste de Goianésia.
A ocorrência foi registrada por volta das 14h30 pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que conduziu a vítima para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), posteriormente, o fato também foi registrado pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, que através da Polícia Científica, realizou perícia no local.
Dinâmica do acidente
De acordo com o relato do condutor de um dos veículos envovlidos no acidente, um Fiat Strada Adventure, ele trafegava pela Avenida Contorno, no sentido aproximado Norte/Sul, quando parou no semáforo, existente no cruzamento com a Avenida Pará, obedecendo o sinal vermelho, momento em ouviu um forte impacto na traseira de seu veículo.
Ao descer do automóvel, percebeu que o motociclista e uma Honda Biz 125, de cor branca, estavam caídos próximos ao carro, resultando em danos materiais nos dois veículos.
De forma imediata, os serviços de emergências foram acionados, comparecendo no local a Unidade de Suporte Avaçando (USA) do SAMU, além de uma equipe do Corpo de Bombeiros. Em seguida, o motociclista foi submetido aos procedimentos de primeiros socorros, imobilizado em prancha longa e conduzido para a UPA pela USA do SAMU, ainda com vida, porém, devido a gravidade, a vítima precisou ser entubada durante o deslocamento, e recebeu todos os procedimentos médicos necessários durante o trajeo e também na UPA, mas apesar das tentativas de reanimação, o óbito foi confirmado por volta das 14h57.
Segundo a Polícia Militar, o condutor da Strada, juntamente com o veículo, foi conduzido à Central de Flagrantes da 15ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), para as providências cabíveis. Ele não apresentava sinais de embriaguez.
Após os procedimentos iniciais, a equipe policial apoiou o trabalho da perícia, e o corpo da vítima ficou sob responsabilidade do Instituto Médico Legal (IML), para realização de exames cadavéricos e posterior liberação aos familiares.







