Martin Scorsese elege os 10 melhores filmes de todos os tempos


Martin Scorsese foi um dos votantes da lista de 100 melhores filmes de todos os tempos montada pela revista britânica Sight & Sound em 2022. Para compor o ranking, o realizador teve a árdua tarefa de eleger os dez melhores filmes de todos os tempos em sua opinião. Veja quais são e onde assistir a cada um deles na lista abaixo.

2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968)

Considerado por muitos uma obra essencial de Stanley Kubrick, 2001 é uma obra complexa sobre existencialismo e tecnologia. Baseado em um conto de Arthur C. Clarke, o filme acompanha uma equipe de astronautas do século 21 enviada a Júpiter para investigar um misterioso monolito que envia sinais que interferem no planeta Terra. O problema é que HAL 9000, o computador central da nave, começa a tentar assumir o controle e comandar a tripulação.

Onde assistir: HBO Max

Oito e Meio (1963)

Marcello Mastroiani interpreta o diretor Guido Anselmi nesta obra de Frederico Fellini sobre bloqueio de criatividade e a linha entre o real e o imaginário. Na história, um diretor em crise, pressionado pelo produtor, pela mulher, pela amante e pelos amigos, resolve se internar em uma estação de águas termais e passa a misturar ficção e realidade.

Onde assistir: Globoplay (com assinatura Telecine)

Cinzas e Diamantes (1958)

Considerado um marco do cinema europeu pós-guerra, o longa segue dois membros da resistência polonesa que recebem a ordem de matar um secretário do Partido dos Trabalhadores polonês, no momento em que a disputa política pela liderança no país está efervescente. A obra é o último capítulo da trilogia de guerra do diretor Andrzej Wajda, composto também por Geração (1955) e Kanal (1957).

Onde assistir: Oldflix

Cidadão Kane (1941)

Referência absoluta em linguagem cinematográfica, o filme de Orson Welles foi considerado inovador tanto em cinematografia quanto em dramaturgia, sendo responsável pela criação de conceitos e técnicas utilizados até hoje, sobretudo em sofisticação de tratamento de imagem e complexidade narrativa. Na história, um jornalista reconstrói a vida do poderoso magnata da imprensa Charles Foster Kane para tentar descobrir o significado da sua última palavra dita em vida: ‘rosebud’.

Onde assistir: disponível para aluguel no YouTube e no Prime Vídeo

Diário de um Padre (1951)

Quando um jovem idealista chega a uma comuna francesa para ser o novo pároco, acaba sendo mal interpretado ao tentar viver uma vida comum cristã, e se envolve em um problema com a família rica quando tenta ajudar. Inspirado no premiado livro Diário de um Pároco de Aldeia, de Georges Bernanos.

Onde assistir: indisponível em plataformas de streaming ou locação

Viver (1952)

Mais íntimo do que outras obras de Akira Kurosawa, o filme é um estudo sobre a vida de Kanji Watanabe, funcionário público que trabalha no mesmo departamento há 30 anos. e que, certo dia, descobre que tem câncer e pode morrer em menos de um ano. Após a depressão inicial, ele começa a viver intensamente de novo.

Onde assistir: indisponível em plataformas de streaming ou locação

O Leopardo (1963)

De Luchino Visconti, um dos pais do neorrealismo italiano, o longa vencedor da Palma de Ouro acompanha o aristocrata Dom Fabrizio Salina, um nobre de integridade impecável que observa e tenta preservar a família em meio às intensas mudanças sociais e políticas da Sicília em 1860; o filme é uma reflexão sobre as transformações sociais.

Onde assistir: Prime Video (com assinatura Looke)

A Palavra (1955)

Dinamarquês premiado com o Leão de Ouro em Veneza, é considerado uma obra de arte na investigação de fé e conflito entre religião e ceticismo. Segue a história três filhos de um devoto fazendeiro; o mais velho perdeu a fé; o do meio se autoproclama Jesus Cristo, e o mais novo compartilha a religião do pai.

Onde assistir: indisponível em plataformas de streaming ou locação

Paisà (1946)

Primeiro filme lançado por Roberto Rossellini após Roma, Cidade Aberta, o longa é construído como uma série de seis encontros que se passam durante a libertação da Itália com o avanço das tropas Aliadas no fim da Segunda Guerra Mundial. Trata-se de um retrato com estética documental dos dias finais da guerra, e é a segunda parte da trilogia de guerra do realizador, que termina com Alemanha, Ano Zero (1948)

Onde assistir: indisponível em plataformas de streaming ou locação

Os Sapatinhos Vermelhos (1948)

Com base no conto de fadas de Hans Christian Andersen, o filme acompanha a bailarina Victoria Page, levada à exaustão pelo magnata russo Lermontov quando é escalada para o espetáculo Os Sapatinhos Vermelhos e fica dividida entre a dedicação ao balé e a paixão pelo jovem Julian Craster. Aclamado pela crítica, o longa se tornou uma referência para cineastas e dançarinos.

Onde assistir: indisponível em plataformas de streaming ou locação



Por:Estadão Conteúdo

Estadão

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