Começou oficialmente nesta sexta-feira as obras para a construção do Autódromo de Madri para a Fórmula 1. Em evento que contou com uma corrida de escavadeiras elétricas e teve a participação do “embaixador” Carlos Sainz Jr., piloto da Williams, foi lançada a pedra fundamental para o futuro palco do GP da Espanha.
Com a aprovação da licença de construção de Madring, como será chamado o autódromo, o evento de inauguração realizado em Valdebebas nesta sexta-feira contou com a presença de diversas autoridades, incluindo a presidente da Comunidade de Madri, Isabel Diaz Ayuso, e o piloto madrilenho Carlos Sainz.
A nova pista foi apresentada em uma maquete. O traçado de 5,4 quilômetros terá 22 curvas, duas a mais do que o projeto original, incluindo La Monumental na Curva 12, com inclinação de 24% que se estende por 550 metros, e da qual Sainz destacou como o ícone potencial do circuito.
“É a realização de um sonho que coloca não apenas Madri, mas toda a Espanha no mapa esportivo internacional”, comemorou Isabel Ayuso. “Um motivo de orgulho sediar este evento de automobilismo que criará empregos e atrairá milhares de visitantes que aproveitarão não apenas a corrida, mas também a cultura, a gastronomia e o estilo de vida da nossa cidade”, acrescentou.
Sainz estava visivelmente emocionado e não poupou elogios ao novo autódromo. “Madri é a melhor cidade do mundo e o lugar que mais sinto falta quando estou fora. Foi uma decisão fácil me tornar embaixador de Madring porque acredito piamente que podemos construir o melhor circuito do mundo”, exaltou. “Tenho plena confiança em Madri, é imbatível. E vamos com tudo.”
Será uma pista desafiadora aos pilotos, com muitas oportunidades de ultrapassagem em mistura de curvas lentas, médias e rápidas, usando estradas públicas e terrenos particulares, simulando em partes um circuito de rua e em outras uma semelhança com o Autódromo Internacional de Miami.
Os responsáveis pelo evento de lançamento do autódromo revelaram um forte compromisso com a sustentabilidade, “um dos pilares principais do projeto”. Pela estimativa dos organizadores, 90% dos fãs poderão viajar até o paddock por transporte público, enquanto aqueles hospedados em acomodações locais estarão a uma curta caminhada do circuito, bastante próximo a estação de metrô, trem e linhas urbanas.
Na parte financeira, espera-se que o evento gere cerca de 450 milhões de euros para a economia da cidade por ano. Madring foi projetado com capacidade para mais de 110 mil fãs da Fórmula 1. Há planos de aumentar essa capacidade para 140 mil por dia, o que tornaria Madri um dos maiores locais do calendário da modalidade.
Por: Estadão Conteúdo
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