O Estádio Libertadores da América, em Avellaneda, será interditado para investigações do Ministério Público da Argentina. A medida foi confirmada pelo próprio Independiente, dono do local, onde torcedores do time e da Universidad de Chile protagonizaram uma barbárie durante partida da Copa Sul-Americana.
A suspensão preventiva do estádio foi determinada por uma medida cautelar do Tribunal da Província de Buenos Aires, emitida nesta sexta-feira. O jogo do clube de Avellaneda contra o Platense, previsto para domingo, pelo Campeonato Argentino, foi suspenso pela Agência de Prevenção da Violência no Esporte (Aprevide).
Antes da suspensão da partida, o departamento jurídico do Independiente tentava reverter a situação para que o jogo pudesse acontecer no estádio e com presença da torcida. Entretanto, o clube já havia cessado a emissão de vouchers para as arquibancadas sociais e as vendas para o público geral.
Mais cedo, ainda nesta sexta-feira, o Ministro da Segurança de Buenos Aires, Javier Alonso, havia defendido que o clube mandasse a partida contra o Platense em outro estádio, de modo que não atrapalhasse as investigações.
“Está muito claro que a segurança privada falhou. Estamos acostumados a ver os agentes rodeando a torcida visitante, o que não se viu ontem (na quarta-feira)”, disse Alonso, à Rádio 10, da Argentina.
Nos bastidores, Independiente e Universidad de Chile já argumentam junto à Conmebol para tentar evitar eliminações da Copa Sul-Americana. Não há previsão de quando a Unidade Disciplinar da confederação irá divulgar uma decisão.
No caso do Colo-Colo, quando dois torcedores morreram em um confronto contra a polícia, em abril, foram 20 dias até que houvesse uma definição sobre o que aconteceria sobre o jogo contra o Fortaleza, pela Libertadores. O time brasileiro acabou declarado vitorioso por 3 a 0.
Segundo balanços da imprensa argentina, pelo menos 10 pessoas ficaram gravemente feridas após a violência no estádio do Independiente. A partida estava empatada por 1 a 1, resultado que classificava os chilenos, quando a torcida visitante atacou os locais.
Não houve ação da segurança do estádio. Os torcedores argentinos revidaram, provocando mais situações de violência. Após 40 minutos sem jogo, a Conmebol cancelou a partida.
A entidade sul-americana prometeu “máxima firmeza” para tratar o caso. Em nota, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi incisiva na cobrança de consequências, o que irritou a Associação de Futebol Argentina (AFA). Mais tarde, a CBF recuou e disse que primeiro texto havia sido divulgado “sem conhecimento prévio”.
Por: Estadão Conteúdo
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