A Hungria informou nesta quinta-feira, 3, que iniciará o procedimento de retirada do único tribunal global permanente do mundo para crimes de guerra e genocídio.
“A Hungria se retirará do Tribunal Penal Internacional”, escreveu Gergely Gulyás, chefe de gabinete do Primeiro-Ministro Viktor Orbán, em uma breve declaração. “O governo iniciará o procedimento de retirada na quinta-feira, de acordo com o arcabouço constitucional e legal internacional.”
O anúncio foi feito no momento em que o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, chegou à capital húngara, Budapeste, apesar de um mandado de prisão internacional contra ele por sua conduta na guerra na Faixa de Gaza.
O governo da Hungria, liderado por Orbán, estendeu o convite a Netanyahu em novembro, depois que o TPI, sediado em Haia, Holanda, emitiu o mandado acusando-o de crimes contra a humanidade.
Orbán, um aliado próximo de Netanyahu, chamou o mandado de prisão de “escandalosamente insolente” e “cínico”. Os países-membros do TPI, como a Hungria, são obrigados a deter suspeitos que enfrentam um mandado se eles pisarem em seu território, mas o tribunal não tem como fazer cumprir isso e depende dos estados para cumprir suas decisões.
Por: Estadão Conteúdo
A cidade de Brasília sediará a partir da próxima quarta-feira (22) a edição 2026 do…
O Governo de Goiás investiu R$ 1 milhão na estruturação de inteligência climática e lançou,…
Muitos brasileiros podem ter dinheiro disponível para saque sem sequer imaginar. Esses valores ficam esquecidos…
O Botafogo saiu na frente na busca pela classificação às oitavas de final da Copa…
Em partida transmitida ao vivo pela TV Brasil, o Palmeiras derrotou o Fluminense por 2…
Idealizado pelo Governo de Goiás, o programa Nota Fiscal Goiana (NFG) superou a marca de…
This website uses cookies.