Sob o comando de Abel Ferreira, o Palmeiras enfrentará o Chelsea nesta sexta-feira, em disputa por uma vaga na semifinal do Mundial de Clubes. Mas esta não será a primeira vez que o treinador encara um gigante inglês. O histórico é positivo e foi destacado pela Fifa.
Após encerrar a carreira como jogador do Sporting, em 2011, Abel deu os primeiros passos como técnico ao assumir o time sub-19 do clube de Lisboa. Em 2013, liderou a equipe na disputa da NextGen Series – uma competição europeia de base organizada pela Uefa. E chegou até as fases finais.
No caminho, passou por quatro clubes da Inglaterra: Aston Villa, Liverpool, Tottenham e Arsenal. Na fase de grupos, venceu quatro dos seis jogos e garantiu a classificação para o mata-mata.
Nas oitavas, goleou o Liverpool por 4 a 0 e avançou às quartas, onde superou o Tottenham por 5 a 3. Já na semifinal, acabou derrotado pelo Aston Villa por 3 a 1. Na disputa pelo terceiro lugar, venceu o Arsenal pelo mesmo placar e ficou com o bronze.
A campanha rendeu destaque na imprensa portuguesa e chegou a virar capa do tradicional jornal A Bola.
Uma promessa especial pode ter motivado os atletas do Sporting: à época, Abel prometeu levar o elenco à Disney de Paris caso fossem campeões. O ouro não veio, mas a história ficou marcada na memória dos jogadores – como o brasileiro Zé Roberto Ferreira, que integrava a equipe na ocasião.
“Tive a chance de jogar 10, 15 minutos contra o Liverpool. Vencemos por 4 a 0 em um estádio sensacional como Alvalade. Foi uma das partidas mais marcantes da minha vida. Uma experiência muito boa para mim”, contou o atacante à Fifa.
“A gente estava na briga pela NextGen e também pelo Campeonato Português da categoria. Em determinado momento, o mister Abel prometeu essa viagem para a Disney se fôssemos campeões de um dos dois. No fim, não deu certo, mas ficou essa experiência marcante”, completou.
Além de Zé Roberto, o elenco contava com outros três brasileiros: Wallyson Mallmann, Farley Rosa e Fellipe Veloso.
Wallyson guarda carinho especial por Abel, a quem considera o melhor técnico de sua carreira. Segundo ele, o treinador foi fundamental para abrir portas e impulsionar sua trajetória no futebol.
“Tive a chance de trabalhar com Jorge Jesus, Leonardo Jardim… mas sempre disse que o Abel foi o melhor treinador que tive. Cheguei a receber sondagens de outros clubes, como o Barcelona, e tive conversas concretas com o Monaco. O Abel foi quem mais tirou de mim e me ajudou a ir para o Nice”, disse o meio-campista.
Por: Estadão Conteúdo
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