O Hamas responsabilizou os Estados Unidos, além de Israel, pelo ataque contra sua delegação negociadora em Doha, capital do Catar. Em comunicado, o grupo reiterou que condena o “apoio contínuo” dos norte-americanos às ações militares israelenses na Faixa de Gaza.
O Hamas destacou ainda que a ação ocorreu no momento em que se discutia a mais recente proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, o que, segundo o grupo, “confirma sem sombra de dúvida que Benjamin Netanyahu e seu governo não desejam chegar a qualquer acordo”.
O grupo chamou a operação militar desta terça-feira em Doha de “traiçoeira tentativa” de assassinar os principais negociadores do Hamas, que atuam em conjunto com mediadores para um acordo de cessar-fogo com Israel.
O Hamas ressaltou que o ataque também configurou uma “agressão” contra a soberania do Catar, que, junto com o Egito, desempenha um “papel importante na mediação e nos esforços para deter a agressão e alcançar um cessar-fogo e a troca de prisioneiros”.
O comunicado informou que o atentado resultou na morte de seis pessoas, entre elas membros da segurança e familiares de dirigentes. “Confirmamos que o inimigo fracassou em assassinar os irmãos da delegação negociadora”, disse o texto.
Por: Estadão Conteúdo
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