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Governo Central tem superávit de R$ 1,096 bilhão em março, mostra Tesouro


As contas do Governo Central registraram superávit primário em março. Neste mês, a diferença entre as receitas e as despesas ficou positiva em R$ 1,096 bilhão. O resultado sucedeu o déficit de R$ 31,673 bilhões em fevereiro.

O saldo em março – que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – foi o melhor desempenho em termos reais para o mês desde 2021 – a série histórica do Tesouro foi iniciada em 1997. Em março de 2024, o resultado havia sido negativo em R$ 1,024 bilhão, em valores nominais.

O resultado do primeiro mês do ano veio abaixo da mediana das estimativas das instituições consultadas pelo Projeções Broadcast, que era de superávit de R$ 1,223 bilhão. O intervalo das estimativas variava de déficit de R$ 7,100 bilhões a superávit de R$ 2,900 bilhões.

No acumulado do ano até março, o Governo Central registrou superávit de R$ 54,532 bilhões, o melhor resultado desde 2022. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era positivo em R$ 20,171 bilhões, em termos nominais.

Em março, as receitas tiveram alta de 2,2% em relação a igual mês do ano passado. No acumulado de 2025 até março, houve alta real de 2,8%. Já as despesas caíram 0,5% em março, já descontada a inflação, em comparação com o mesmo período de 2024. No acumulado destes três meses, a variação foi negativa em 3,4%.

Em 12 meses até março, o Governo Central apresenta déficit de R$ 10,9 bilhões, equivalente a 0,07% do PIB. Desde janeiro de 2024, o Tesouro passou a informar a relação entre o volume de despesas sobre o PIB, uma vez que o arcabouço fiscal busca a estabilização dos gastos públicos. No acumulado dos últimos 12 meses até março, as despesas obrigatórias somaram 16,94% em relação ao PIB, enquanto as discricionárias do Executivo alcançaram 1,52% em relação ao PIB no mesmo período.

Para 2025, o governo almeja um resultado primário neutro (0% do PIB), permitindo uma variação de 0,25 ponto porcentual para mais ou menos, conforme estabelecido no arcabouço. O limite seria um déficit de até R$ 31 bilhões. O limite de despesas para 2025 é fixo em R$ 2,249 trilhões neste ano.



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Estadão

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