‘Gosto muito do garoto, é um grande jogador’


Maior vencedor de Grand Slam no masculino (24 taças) e entre os maiores nomes da história do tênis, Novak Djokovic está mesmo encantado com o jovem João Fonseca, de 19 anos. Nas quartas de final do US Open, o sérvio explicou que fez uma brincadeira sobre ser treinador do prodígio brasileiro no futuro, mas não poupou elogios mais uma vez ao talentoso tenista e disse que pode, sim, ajudá-lo.

Entrevistado pela ESPN, o experiente sérvio de 38 anos não escondeu o sorriso ao ser questionado com quanto tempo a parceria com o brasileiro seria vista nas quadras. A admiração pelo brasileiro que desponta como uma das grandes promessas da modalidade é real.

“Não sei (sobre a parceria). Honestamente, eu estava brincando (sobre treinar João Fonseca), mas a gente nunca sabe. Eu realmente goto do garoto, gosto da sua atitude; Ele é uma pessoa muito legal, um grande jogador”, afirmou Djokovic.

Mesmo convivendo com as dores musculares e já se preparando para o adeus às quadras, Djokovic vem se destacando no último Grand Slam do ano, no qual já deixou para trás nomes de peso, casos do britânico Cameron Norrie e o sempre perigoso alemão Jan-Lennard Struff. Nesta terça-feira ele desafia o bom norte-americano Taylor Fritz, quarto do mundo, por vaga entre os semifinalistas.

Concentrado para mais uma batalha, o sérvio revela que planeja uma visita ao Brasil e, quem sabe, para conhecer mais de perto o tenista que faz seus olhos brilharem. “(João Fonseca) Tem um grande potencial. Claro, com muitas expectativas no Brasil. Eu acho que para o nosso esporte, ter um jogador top do Brasil, um país tão grande, é de mais, muito bom”, elogiou. “Talvez eu vá ao Brasil em breve”, disse.

Só não detalhou quando deve ser essa visita em solo canarinho. “Faz tempo que não vou lá e quero ir. Amo o Brasil e as pessoas. Brasileiros são tão incríveis e apaixonados pela vida, pela música, por esportes…”, afirmou, já voltando a falar de João e pedindo um pouco de calma com essa meteórica ascensão.

“Fonseca tem muito potencial e oportunidade, mas ele é muito jovem”, destacou, tentando tirar a cobrança do garoto, ainda em sua primeira temporada como profissional. “Eu entendo as pessoas já querendo grandes troféus, mas é um processo (de adaptação). Ele entende o jogo, tem um bom time de pessoas em volta dele, que está equilibrando bem tudo em sua vida pessoal e isso é importante. Quem sabe no futuro eu não possa ajudá-lo, sendo um mentor. Estou sempre pronto para ajudar qualquer jovem jogador.”



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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