Os resultados operacionais das empresas hipotecárias não bancárias dos EUA ainda estão preparados para se beneficiar de uma eventual redução nas taxas hipotecárias, mas os recentes choques na política americana e a volatilidade nas taxas do Tesouro de 10 anos tornam a trajetória menos certa, segundo relatório da Fitch Ratings publicado nesta quarta-feira.
Os credores de grande porte estão mais bem equipados para navegar em um ambiente de taxas mais voláteis e incertas e para manter a flexibilidade operacional, já que franquias sólidas impulsionam o volume de originação e grandes carteiras de serviços proporcionam fluxos de caixa mais estáveis, explica a agência de classificação.
“A consolidação se acelerou em todo o setor e deve continuar, beneficiando ainda mais os maiores originadores. Essas empresas poderão tirar proveito de suas posições competitivas quando os volumes de originação forem retomados de forma mais significativa”, acrescenta.
Havia US$ 2,3 trilhões em hipotecas pendentes com taxas acima de 6% no ano fiscal de 2024, de acordo com a Federal Housing Finance Agency, o que sugere à Fitch oportunidades significativas de refinanciamento caso as taxas caiam de 50 a 100 pontos-base.
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