O governo federal estuda acabar com a obrigatoriedade de aulas em Centros de Formação de Condutores (CFCs) para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), medida defendida pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, como forma de reduzir custos e ampliar o acesso ao documento.
Para Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária, a ideia pode ter efeito oposto. “Países com melhores indicadores de segurança viária têm processos rígidos e formais de formação, muito mais próximos de um modelo educacional do que de simples treinamento”, afirmou à Rádio Eldorado, ressaltando que aprender a dirigir com familiares, como sugere o ministro, ignora padrões de segurança e fiscalização.
Guimarães também questiona os números apresentados pelo governo. Segundo ele, o custo médio da CNH categoria B em São Paulo é de R$ 1,6 mil a R$ 1,8 mil, e programas como a CNH Social já oferecem gratuidade para pessoas de baixa renda em 17 Estados e no âmbito federal. “Formar motoristas não é só ensinar a passar na prova. É desenvolver percepção de risco e tomada de decisão. Tirar os CFCs da equação é um risco enorme”, conclui.
Por: Estadão Conteúdo
A Agência Goiana de Habitação (Agehab) e Goiás Social realizam uma capacitação voltada à modalidade…
O avanço de áreas de instabilidade mantém Goiás em alerta para chuvas intensas, descargas atmosféricas…
Uma ação rápida do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás evitou o rompimento de uma…
Um quarto das estudantes adolescentes do Brasil já sofreu alguma situação de violência sexual, incluindo toques,…
Um balanço realizado pela Agência Goiana de Habitação (Agehab) revela que as mulheres representam 83,67%…
O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (24), que o combate à dengue será o…
This website uses cookies.