A expectativa de uma safra melhor de milho ajudou a aumentar a projeção para a produção agrícola brasileira de 2025. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de abril, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em relação ao levantamento de março, houve aumento nas estimativas da produção do milho 1ª safra (alta de 1,0% ou 257,304 mil toneladas), milho 2ª safra (0,7% ou 692,631 mil toneladas), castanha-de-caju (0,6% ou 809 toneladas), cevada (0,3% ou 1,422 mil toneladas), café canephora (0,0% ou 75 toneladas), aveia (4,2% ou 47,832 mil toneladas), café arábica (3,5% ou 74,781 mil toneladas) e uva (1,9% ou 37,814 mil toneladas).
Na direção oposta, as estimativas foram revistas para baixo para o feijão 2ª safra (-4,3% ou -56,562 mil toneladas), feijão 1ª safra (-3,9% ou -47,063 mil toneladas), cacau (-2,5% ou -7,349 mil toneladas), trigo (-1,0% ou -84,292 mil toneladas), sorgo (-0,6% ou -22,749 mil toneladas) e soja (-0,0% ou -69,649 mil toneladas).
Segundo Carlos Alfredo Guedes, gerente da pesquisa, a produção de milho em 2025 se aproxima do recorde registrado em 2023.
“A estimativa da produção de milho está muito boa, em 128,2 milhões de toneladas, próximo do recorde de 132 milhões de toneladas registrado em 2023. As lavouras de milho 2ª safra, que é responsável pelo maior volume do milho produzido no Brasil, já estão em desenvolvimento e irão ser colhidas em junho. Isso significa que é possível uma pequena variação nas estimativas até o final do ano, diferente da soja que já está praticamente toda colhida”, frisou Guedes, em nota oficial.
A safra agrícola de 2025 deve totalizar um recorde de 328,4 milhões de toneladas, 35,7 milhões de toneladas a mais que o desempenho de 2024, um aumento de 12,2%. Em relação ao levantamento de março, houve uma alta de 0,2% na estimativa, 732,7 mil toneladas a mais.
“Em 2024, tivemos uma série de problemas climáticos afetando as principais lavouras do Brasil. Em 2025, temos uma safra de recuperação, com o clima muito melhor para o desenvolvimento das lavouras. Os problemas observados no ano passado afetaram, principalmente, a Região Centro-Oeste, enquanto neste ano os estados da região estão atingindo altas produções, com crescimento na safra de grão de 10,3% em Mato Grosso, 18,9% em Goiás e 26,7% no Mato Grosso do Sul”, explicou Guedes.
Por: Estadão Conteúdo
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