O presidente do PT, Edinho Silva, disse neste sábado, 23, que o partido apoiará o governo no que chamou de “cenário de enfrentamento” em relação ao governo dos Estados Unidos e chamou a taxação promovida pelo presidente norte-americano, Donald Trump, de injusta. Segundo o presidente do PT, Trump tenta “enfraquecer as instituições brasileiras”. Edinho chamou o presidente norte-americano de “maior líder fascista do século 21”.
“Vamos apoiar o presidente Lula em todo esse cenário de enfrentamento e também dialogar com a sociedade sobre essas medidas e esse cenário injusto de taxação. Que o PT, além de apoiar Lula, possa mobilizar a sociedade brasileira”, declarou o presidente do PT.
Edinho relatou a participação do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, em debate do PT na manhã deste sábado, junto do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Disse que o vice-presidente contou das iniciativas do governo brasileiro de buscar diálogo com os Estados Unidos e reforçou que o governo tem citado a necessidade de ter essa negociação com a equipe de Trump.
“A taxação está sendo utilizada com verniz político indevido, quando Trump tenta enfraquecer as instituições brasileiras, afrontando a nossa soberania, hostilizando nossas instituições, com intuito de criar ambiente de impunidade para que responsáveis pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023 não sejam penalizados. Para o PT, isso é grave, porque o governo Trump não pode cometer essa ingerência”, completou ele.
A declaração foi dada em entrevista coletiva à imprensa após a eleição da comissão executiva nacional do PT, neste sábado. Edinho estava acompanhado de secretários eleitos para compor a direção do partido.
O presidente do PT disse ser preciso lembrar dos atos de 8 de janeiro de 2023 e das revelações da Polícia Federal, em especial o plano da Operação Punhal Verde Amarelo, apreendido entre os materiais dos investigados pela trama golpista.
“O Brasil sofreu uma tentativa de golpe e, o que agrava isso é um plano, uma organização criminosa para assassinar Lula, Alckmin e Alexandre de Moraes, responsável pela diplomação do presidente e vice-presidente eleitos. Foi planejado um golpe, afrontando as instituições, e agravado por uma tentativa de assassinato”, disse Edinho.
Por: Estadão Conteúdo
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