A presidente de Supervisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Michelle Bowman, defendeu a decisão de cortar as taxas de juros em 25 pontos-base (pb) na semana passada e que a ação devia ter sido tomada em julho, em discurso preparado para a convenção da Associação de Banqueiros de Kentucky, nesta terça-feira, 23. Segundo ela, a redução acordada deve ser o primeiro passo para trazer a política monetária de volta ao nível neutro.
“Estou satisfeita por termos finalmente iniciado o processo de remoção das restrições de política monetária, refletindo as condições econômicas e o equilíbrio de riscos para nossas metas de emprego e inflação”, afirmou a dirigente.
Bowman ponderou que a economia norte-americana tem se mostrado resiliente, mas demonstrou preocupação com o enfraquecimento das condições do mercado de trabalho e o crescimento econômico mais fraco.
“Embora ainda próximo do pleno emprego, o mercado de trabalho tornou-se mais frágil e pode deteriorar-se de forma mais significativa nos próximos meses”, disse a dirigente do Fed.
Segundo ela, se este cenário de deterioração ocorrer, pode ser necessário ajustar a política monetária em ritmo mais rápido e em maior grau no futuro.
Por outro lado, Bowman reconheceu as preocupações de o BC americano ainda não ter atingido “perfeitamente” a meta de inflação, mas disse estar confiante de que as tarifas terão apenas um efeito pequeno e de curta duração, à medida que a política comercial se torna mais certa.
Por: Estadão Conteúdo
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