A Direcional apresentou lucro líquido de R$ 164,5 milhões no primeiro trimestre de 2025, montante 9,5% maior do que no mesmo período de 2024.
No critério “operacional”, a companhia teve lucro líquido de R$ 157,9 milhões, alta de 31,5% na mesma base de comparação anual. O critério “operacional” exclui efeitos positivos da operação de swap de ações e outras despesas consideradas não recorrentes.
A melhora no lucro decorre principalmente do ciclo de mais lançamentos e vendas de imóveis, com subida de preços e manutenção de custos sob controle. Essa equação ajudou a aumentar a receita e diluir despesas.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 234 milhões, expansão de 42%. A margem Ebitda ajustada foi de 26,2%, ganho de 2 pontos porcentuais.
A receita operacional líquida somou R$ 894,1 milhões, crescimento de 33,6%.
A linha de equivalência patrimonial (que apura os resultados oriundos de empreendimentos feitos em sociedade) gerou um ganho de R$ 12,4 milhões, recuo de 53,2%.
A margem bruta atingiu a marca de 38,6%, alta de 2,7 pontos porcentuais. Já a margem bruta ajustada foi a 41,5%, aumento de 4,2 p.p. Por sua vez, a margem estimado com os exercícios futuros (margem REF) foi a 44,1%, nível mais alto já registrado pela companhia, com indicativo de potencial melhora nos resultados.
As despesas gerais e administrativas somaram R$ 55,1 milhões, alta de 12,2%. Elas representam 4,2%% da receita total, baixa de 0,6 p.p., isto é, houve uma diluição.
Por sua vez, as despesas comerciais foram de R$ 80,9 milhões, avanço de 47,1%. Elas representaram 8,1% da receita, alta de 0,5 p.p.
A Direcional reportou ainda uma despesa de R$ 25 milhões, que teve origem em provisões e despesas jurídicas, parcialmente compensadas por venda de participações.
O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas de natureza financeiras) ficou positivo em R$ 16,1 milhões, que foi 30,6% menor na comparação anual.
A companhia reportou queima de caixa de R$ 14,9 milhões. Assim, encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 257,4 milhões. A alavancagem (medida pela relação entre dívida líquida e patrimônio líquido) chegou a 10,9%, alta de 8 p.p na comparação anual.
Desempenho operacional
Conforme já divulgado, a Direcional lançou 17 empreendimentos no primeiro trimestre deste ano, o correspondente a um valor geral de vendas próprio de R$ 802 milhões, crescimento de 22,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Os produtos da marca Direcional representaram 75% do total, enquanto os projetos da Riva responderam por 25%.
As vendas líquidas próprias foram de R$ 1,1 bilhão, uma alta de 9,5% na mesma base de comparação. Os produtos da marca Direcional responderam por 64% das vendas, e os da Riva, 36%.
Por: Estadão Conteúdo
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