CVC Corp soma lucro líquido ajustado de R$ 24 Mi no 1º trimestre de 2025


A CVC Corp registrou lucro líquido ajustado de R$ 24 milhões no primeiro trimestre de 2025. Com isso, a empresa ampliou em seis vezes o resultado de R$ 4,1 milhões reportado no mesmo período do ano passado.

O Ebitda ajustado somou R$ 104,7 milhões entre janeiro e março, alta de 21,4% na mesma base comparativa. A margem Ebitda ajustada ficou em 28,9%, 1,7 ponto porcentual acima do ano anterior, resultado da otimização das despesas com vendas e da racionalização das despesas administrativas, segundo a companhia. Já a receita líquida consolidada atingiu R$ 362,2 milhões, crescimento anual de 14,1%.

O CEO da CVC Corp, Fabio Godinho, avalia que o desempenho da companhia no trimestre foi sustentado pelas três unidades de negócio. “Em 2024, quando estávamos dando continuidade à reestruturação da empresa, apenas o B2C cresceu. Esse ano teremos as três frentes avançando”, afirma o executivo em entrevista ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).

As reservas confirmadas da CVC Corp atingiram R$ 4,1 bilhões nos três primeiros meses do ano, crescimento de R$ 1 bilhão, ou 30%, ante um ano antes. No segmento B2C, as reservas cresceram 9%, reflexo das estratégias de expansão de lojas, da oferta de produtos exclusivos, melhoria no mix de pagamentos e expansão do modelo “fígital”, que concilia físico e digital. No B2B, as reservas aumentaram 22%, com o fortalecimento da Rextur Advance, crescimento das vendas corporativas na Trend Viagens e relançamento da Visual Turismo.

Godinho destaca ainda contribuição da operação na Argentina para os resultados do trimestre. As reservas confirmadas no país dispararam 102% na comparação anual, impulsionadas pela melhora da economia local e reestruturação do negócio local da CVC Corp. “Vemos uma aceleração maior lá, porque a situação da Argentina estava muito pior que a do Brasil e agora o País está em recuperação”, comenta.

Lojas

A CVC Corp inaugurou 39 novas franquias entre janeiro e março de 2025, sendo 25 no Brasil – 72% delas fora das capitais – e 14 na Argentina. Com isso, a companhia chegou a 1.523 lojas, o maior número desde a pandemia.

O CEO prevê uma tendência positiva para inaugurações ao longo do ano em meio a demanda aquecida, principalmente em cidades de menor porte, e modelo mais rentável de franquia adotado pela companhia. “Provavelmente não vamos atingir as mesmas novas 300 lojas do ano passado, mas vamos continuar crescendo acima da média histórica”, afirma.

Segundo Godinho, a CVC inaugurava por volta de 100 franquias por ano antes da pandemia. “Continuaremos abrindo muito mais do que isso”, reforça.



Por: Estadão Conteúdo

Estadão

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