O Corinthians tem enfrentado uma negociação dura com o Santos Laguna, do México, para se livrar do transfer ban, punição aplicada por causa da dívida referente à compra de Félix Torres. Sem recursos para pagamento à vista, a diretoria alvinegra não conseguiu um acordo direto com o clube mexicano, mas tem a Fifa como intermediadora em tratativas para tentar diminuir o valor a ser pago.
A última de três propostas negadas foi para pagar 70% do valor total, que inclui 18% de juros sobre os R$ 33 milhões da condenação. Ou seja, a dívida real é de R$ 40 milhões e o Corinthians tentou diminuí-la para R$ 28 milhões. O clube mexicano, contudo, aceita reduzir apenas para 90%, o que daria R$ 36 milhões.
“Nós não temos esses recursos”, disse Osmar Stábile após ser eleito presidente nesta segunda-feira. “Se fosse os R$ 33 milhões, o Corinthians teria recursos, mas tem mais R$ 6 milhões em impostos para que a gente possa ir para a frente”, completou.
Os recursos à disposição citados pelo novo presidente vieram do patrocínio da Nike, com a qual o clube renovou contrato até 2035, e da polêmica venda da joia Kauê Furquim ao Bahia. O Corinthians tem negociações com quatro jogadores, e espera a queda da punição para poder avançar.
Em busca de dar mais fluxo de caixa à administração corintiana, Stábile está negociando o recebimento de R$ 57 milhões com a Liga Forte União (LFU). O valor envolve a antecipação de R$ 30 milhões em direitos de transmissão e um empréstimo de R$ 27 milhões.
Punido com transfer ban, o Corinthians está proibido de registrar jogadores desde o dia 12 de agosto. O departamento jurídico tentava reverter a decisão na Corte Arbitral do Esporte (CAS), mas o recurso foi negado no dia 4 de agosto, quando foi dado o prazo final para pagamento.
O clube mexicano alega que recebeu apenas a primeira parcela da compra, no valor de US$ 2 milhões, de um total de US$ 6,5 milhões a serem pagos pelos Corinthians. A segunda parcela venceu em maio de 2024, e a diretoria do Santos Laguna acionou a Fifa para cobrar todas as parcelas restantes.
Por: Estadão Conteúdo
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