O consumidor de energia elétrica classificado na baixa tensão sente um impacto médio de 3,8% na tarifa de energia com os custos da Micro e Minigeração Distribuída (MMDG), mas apenas 0,91% é quantificado na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), de acordo com balanço feito Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O total de 2,89%, fora o porcentual verificado na CDE, é definido como despesa “implícita” – por representar aumento de custo para o sistema de transmissão e distribuição, sem aparecer de forma clara na lista de itens que oneram a tarifa de energia elétrica.
Os dados foram apresentados nesta sexta-feira, 9, em conversa com jornalistas.
Na classificação por regiões, é identificado um impacto de 6,24% na tarifa de energia com os custos da Micro e Minigeração Distribuída (MMDG) para os consumidores de baixa tensão no Centro Oeste.
No Sul e no Sudeste esse percentual é de 4,63% e 3,35%, respectivamente, tendo em vista o que é está identificada explícita e implicitamente na fatura de energia. Para o Nordeste e Norte, o impacto percebido é 4,15% e 1,31%, respectivamente.
A cada 15 minutos, uma usina de MMGD é conectada no Brasil, de acordo com os dados apresentados. A geração distribuída é a produção de energia elétrica feita próximo ao local de consumo, utilizando fontes renováveis como painéis solares. Dentro desse modelo, a microgeração e a minigeração distribuída (MMGD) apresentam menor capacidade de geração de energia em cada instalação.
Por: Estadão Conteúdo
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