Baseada no behaviorismo radical, teoria do pesquisador Burrhus Frederic Skinner que diz que as condutas humanas são desenvolvidas por meio de reforços, e na análise do comportamento, a terapia analítico-comportamental (TAC) visa entender a relação do indivíduo com o meio que o cerca, isto é, como as atitudes deste podem ser influenciadas pelo ambiente.
Ademais, segundo a Dra. Cristiane Vaz de Moraes Pertusi, psicóloga, palestrante e doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano, essa abordagem terapêutica, além de considerar a influência dos eventos recentes na rotina do paciente, também se preocupa em investigar a sua história de vida e o papel dos seus diálogos e interações.
Apesar de apresentarem aspectos parecidos, há algumas diferenças entre a terapia analítico-comportamental (TAC) e a terapia cognitivo-comportamental (TCC). A Dra. Cristiane Vaz de Moraes Pertusi cita que a principal delas é o foco do processo terapêutico.
“A TAC enfatiza a análise do comportamento em seu contexto histórico e ambiental, sem focar os pensamentos como causas diretas. Já a TCC trabalha diretamente com pensamentos e crenças disfuncionais como mediadores do comportamento”, explica.
Na terapia analítico-comportamental, determinadas técnicas são utilizadas para promover mudanças nos comportamentos do paciente e, consequentemente, melhora na sua saúde mental. São elas:
Por meio da modificação dos comportamentos indesejáveis, a abordagem analítico-comportamental pode oferecer diversos benefícios para a vida do paciente. Alguns deles são:
O tempo de tratamento com a abordagem analítico-comportamental pode variar de pessoa para pessoa. Isso porque, de acordo com Michele Silveira, psicóloga clínica, logoterapeuta e especialista em transtornos de ansiedade, ele depende de condições externas, como o progresso do paciente e seus objetivos terapêuticos. Além disso, a complexidade dos casos é um dos fatores determinantes. “Transtornos mais graves podem exigir um período mais longo de intervenção”, acrescenta.
Assim como outras abordagens terapêuticas, se houver necessidade e dependendo do caso do paciente, a terapia analítico-comportamental também pode ser associada ao uso de medicações. Contudo, isso deve ser analisado em conjunto pelo psicólogo e psiquiatra. Ademais, conforme a Dra. Cristiane Vaz de Moraes Pertusi, o tratamento também pode ser combinado com outras terapias complementares, como meditação e arteterapia, desde que haja respeito à individualidade.
Fonte: Portal EdiCase
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