O diretor de política monetária do Banco Central, Nilton David, reforçou nesta quarta-feira, 21, que o câmbio no Brasil é flutuante e que o BC não atua para atingir determinados níveis ou afetar os estoques da moeda no País. “Porque não sabemos qual é o nível correto, mas sabemos que se colocarmos ou tentarmos colocar o câmbio em um nível incorreto, não vai funcionar”, disse o diretor do BC durante participação em seminário da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo.
Ao comentar as intervenções recentes do BC no câmbio, Nilton pontuou que, em dezembro, a autoridade fez intervenções porque considerou que houve um fluxo específico de saída de dólares do País, o que afetou a fluidez do mercado.
“Eu não considero linha intervenção. O que é a linha? A linha é um empréstimo que o Banco Central faz em dólares para o mercado doméstico local, para não correr o risco de ter nenhum tipo de problema na fluidez”, detalhou o diretor do BC.
Contas externas
O diretor de política monetária do Banco Central disse que o atual cenário das contas externas, que mostra alguma deterioração no balanço de pagamentos, não preocupa a autoridade monetária.
Segundo Nilton, essa deterioração é resultado de um crescimento da atividade doméstica que está acima do potencial, e por isso é natural haver aumento das importações. “Não há nenhum problema em ter déficit quando as razões são essas”, disse.
Assim que a política monetária passar a fazer efeito e moderar o ritmo da atividade, o balanço de pagamentos deve ser normalizado, conforme explicou o diretor do BC. “Isso vai naturalmente se resolver”, afirmou.
Por: Estadão Conteúdo
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